A morte de um bebê de três meses, na casa de sua família, em Deal, Kent, na Inglaterra, levantou uma apertada investigação. Jordan estava dormindo com sua mãe, Emine Groombridge, mas não acordou pela manhã. O menino seria saudável e não teria qualquer problema de saúde. A autópsia não revelou qualquer sinal de agressão ou de doença, e a única coisa detetada foi a presença de drogas no seu organismo. Apesar de isso, os #pais negam o uso de #drogas e o caso poderia ficar sem resposta, e envolto para sempre em um grande mistério.

Não existem dúvidas de que o menino tinha cocaína no seu organismo, de acordo com os exames realizados, após a sua morte.

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Porém, os médicos não têm como provar se foi essa a causa de morte do bebê, que poderia até ter morrido abafado durante o sono. Por isso, sua morte poderia ficar sem explicação, apesar da investigação da polícia e do inquérito no tribunal.

O bebê teria se alimentado normalmente na noite anterior e também durante a noite. Quando a mãe o tentava acordar, pelas 7h15 da manhã, ela encontrou o menino sem reação. Jordan estava dormindo na cama dos pais, como quase sempre. O pai do menino, Kieron Groombridge, não tinha dormido em casa, depois de uma briga, na noite anterior, com a esposa. Passou a noite na casa de um primo e quando regressou, pela manhã, encontrou a mulher gritando. Chamou os serviços de emergência, que ainda tentaram reanimar o menino, mas já não seria possível. Pelas 8h30 dessa manhã, o bebê foi declarado morto, no hospital inglês.

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No tribunal, Liina Palm, patologista, disse que: "o achado mais preocupante foi a presença de drogas no sangue da Jordan", porém as drogas "não poderiam ser rotuladas como causa de morte", até porque não estariam presentes em quantidades elevadas. Apesar de não culpar as drogas, a doutora se rejeitou em classificar essa morte como "natural", precisamente pela presença da cocaína.

Após a longa sessão, a morte do pequeno Jordan permaneceu como "indeterminada" e poderia ter-se tratado de uma morte súbita, apesar de os especialistas pediátricos presentes, não terem aceitado bem a presença de drogas no sistema do menino. Isso, quando os pais juraram sempre para os policias que não usavam qualquer droga.

Após a audiência, a polícia confirmou que eles investigaram o caso de forma exaustiva, mas se decidiram por não tomar mais nenhuma ação, encerrando esse caso. #Bebê