Um bebê salvou a vida de sua #mãe recusando-se repetidamente a se alimentar de um de seus seios. O pequeno Teddy começou gritando, sempre que a mamãe Sarah Boyle lhe oferecia o peito direito. Desconfiada, Sarah, de 26 anos, procurou um médico e, duas semanas depois, foi diagnosticada com um raro câncer de mama, de grau 2, triplo negativo. Nesse momento, ela continua fazendo quimioterapia, mas está segura que Teddy é o seu herói, pois se não fosse o menino, ela jamais teria detectado o câncer tão cedo.

Ela está tendo quimioterapia e está planejando uma mastectomia dupla, seguida de uma reconstrução imediata. O golpe foi brutal para uma mamãe tão jovem, mas Sarah está conseguindo se aguentar bem e está na luta contra a doença, sempre com o bebê no seu pensamento: "Teddy é o meu herói.

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Se não fosse por ele, nunca teria suspeitado que tivesse câncer. Minha consultora me disse que a amamentação ajuda o vínculo entre a mãe e bebê. No meu caso, fez mais do que isso - ele salvou minha vida".

Sarah trabalha em um call-center, e mora em Staffordshire, Inglaterra, com o marido Steven, de 28 anos. Ela acredita que o leite de seu peito direito deveria ter um sabor diferente do que o esquerdo e, por isso, o menino o rejeitava. Não foi só essa mãe que ficou surpreendida. Também os médicos acreditam que a sua sorte foi a de estar amamentando, caso contrário, a sua doença poderia não ser encontrada, nem tratada.

Em 2013, Sarah detectou um nódulo no seu peito direito, mas os exames revelaram que não era maligno. O bebê nasceu em fevereiro do ano passado e, seis meses depois, começou rejeitando a mama direita da mãe.

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"Ele ficou extremamente angustiado e gritava muito. Ele não queria nada com o meu lado direito, ele nem sequer gostava de ser abraçado por esse lado".

O problema foi persistindo e, dois meses mais tarde, ela procurou ajuda médica, onde revelariam o câncer. "Eu senti que Teddy estava tentando me dizer alguma coisa. Era o que você poderia chamar de instinto de mãe", contou Sarah, para o jornal Mirror.

Sarah ficou devastada pelo resultado, mas orgulhosa pelo filho, que travou essa doença, de um quisto que estava crescendo e que foi revelado a tempo de ser tratado, o que nem sempre acontece com esta doença: "Acho que ele salvou minha vida".

A sua maior dificuldade foi parar de amamentar Teddy, para iniciar a fisioterapia, que já vai a meio caminho. Ficou triste por perder o cabelo, mas em jeito de brincadeira, fala que assim está sempre trocando de peruca, mudando seu visual. #cancer #Bebês