Nem sempre a maioria das pessoas consegue seguir a vida adiante, após perderem alguém querido. A dor é tão grande, que as lembranças da pessoa que se foi tornam-se lamúrias diárias, que transformam a vida de quem não consegue lidar com perdas irreparáveis. Até mesmo doenças podem acometer pessoas que não conseguem dizer adeus a parentes, amigos e pessoas queridas que acabaram falecendo.

É muito comum ouvirmos pais dizerem que a ordem natural da vida são eles enterrarem seus filhos. Seja pela cronologia da vida ou por carinho inestimável, nenhum pai deseja enterrar seu filho. A dor de pais que perdem filhos é imensurável, e um pai e uma mãe nunca esquecem seu filho querido.

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Esse sentimento pode ser atenuado, se o filho for o primeiro de um jovem casal, que esperava formar sua família com a chegada do bebê. Essa é a história de Charlotte Szacs de 21 anos e seu marido, Atilla de 28 anos. Os dois estavam se preparando para aumentar a família com a chegada do primeiro bebê do casal.

Mas o destino cruel fez com que a gestação de Charlotte fosse considerada de risco, por seu bebê possuir uma anomalia. Desesperada, a mãe soube que sua filha recém nascida não poderia sobreviver muito tempo por ter uma anomalia cromossômica, afetando todo a estruturação das células do bebê.

A mãe foi avisada da doença de seu bebê quando estava no quinto mês de gestação. O bebê nasceu prematuro em dezembro de 2016, pesando pouco mais de dois quilos.

A menina tentou resistir a doença, chegando a sobreviver por incríveis quatro semanas.

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O bebê resistiu até onde pode, e veio a falecer no dia 10 de janeiro de 2017. Alguns dias depois o casal teve a permissão de corpo do bebê, que ficou por 12 dias no refrigerador mortuário.

Entristecidos, os pais marcaram o velório para o dia 23 de janeiro, alguns dias depois de terem retirado o corpo da menina. O que mais impressionou foi a atitude dos pais.

Charlotte e Attila resolveram registrar momentos ao lado do bebê, com a criança morta nos braços. A cena chocou muitas pessoas que ficaram emocionadas com os pais, que não puderam curtir momentos ao lado de sua filha antes dela morrer.

Mas isso não impediu que o casal levasse a pequena para passeios que eles gostariam de fazer com o bebê, caso ele tivesse sobrevivido. A morte da criança não impediu os pais de registrarem momentos que eles consideravam importantes para a vida do casal. #Polêmica