O site Daily Post fez uma reportagem que fala sobre como é difícil ser cristão em alguns países da África, especialmente na Nigéria. O conflito local tem aumentado e, segundo a reportagem, mais de 900 igrejas católicas e evangélicas teriam sido destruídas no país. Além da derrubada dos templos religiosos, muitos fiéis também são assassinados.

Crianças, jovens e adultos são vítimas do #Terrorismo provocado pelo grupo Boko Haram. Os ataques costumam ser diários e se tornaram comuns no país. Infelizmente, os ataques contra os cristãos no país não são recentes. A briga local tem se intensificado desde o ano de 2009. O pior de tudo é que não há uma previsão de quando isso chegará ao fim.

Publicidade
Publicidade

Boko Haram não é contido pelo governo

Outro problema encontrado no país é que a justiça não consegue tomar medidas firmes contra os terroristas, que se tornaram uma espécie de poder paralelo. Estima-se que o Boko Haram provoque até mais destruição e mortes do que outro grupo terrorista, ainda mais famoso, o Estado Islâmico.

No entanto, o EI é mais conhecido, pois não provoca apenas danos locais, mas também é responsável por diversos ataques nas mais diversas regiões do mundo. Os líderes do grupo Boko Haram, que usam como justificativa o islamismo para matar, já assassinaram, desde 2009, milhares de pessoas.

Terror sem fim em país pobre

O país, no entanto, ainda tem os militantes do chamado Fulani, que também deturpa o Alcorão para promover a matança e o terror. Agora o desejo dos cristão é tentar não só apenas manter a própria vida, mas reconstruir o que é destruído.

Publicidade

Enquanto isso, os terroristas matam inocentes e brigam contra o governo. No ano de 2015, por exemplo, o segundo grupo de terror mais forte no país, o Fulani, dedicou lealdade ao Estado Islâmico. Nesse período, aconteceram raptos de crianças e mulheres. Muitos deles preferiram cometer suicídio.

Veja abaixo uma reportagem sobre o Boko Haram, que mostra como o grupo leva o terror à África. O documentário mostra um pouco da perseguição dos terroristas a quem acredita em Jesus Cristo.