Dois defensores dos direitos humanos, cristãos, advogados, foram vítimas de uma grande campanha do governo chinês, promovida contra aqueles que são considerados uma ameaça.

De acordo com o relatório do grupo, os defensodres Li Heping’s e Wang Quanzhang foram submetidos a grandes cargas de choques elétricos e várias outras formas de tortura.

As vítimas pertencem ao grupo de cristãos que lutam pelos direitos humanos, denominado, “China Aid”.

De acordo com a divulgação do grupo China Christian Daily, os advogados estão sendo acusados pelo crime de tentar subverter o poder do Estado.

Em uma denúncia feita por Li, que é esposa de Wang, ela acusa o estado de ter torturado seu esposo, inclusive, ela relatou que Wang desmaiou várias vezes durante o interrogatório, quando eles lhe aplicavam choques.

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Wang e Li foram os primeiros a serem colocados sob custódia pela polícia, como parte de uma operação realizada em âmbito nacional, contra os defensores dos direitos humanos, considerados pelo governo, como uma grande ameaça ao estado.

Wang está preso, atualmente, no Centro de Detenção de Tianjin, N° 1.

Eles não foram os únicos a sofrerem consequências, fiéis cristãos e pastores também sofreram grandes consequências da campanha idealizada pelo regime ativista dos direitos humanos.

O pastor Yang Hua, conhecido por todos como Li Guozhi, recebeu uma condenação de 30 meses de prisão. Ele foi acusado de divulgar segredos de Estado. Os relatórios mostram que o pastor também foi torturado durante os interrogatórios.

Yan foi preso pouco depois de, supostamente, ter tentado impedir que os funcionários fizessem a apreensão dos discos rígidos dos computadores do seu templo.

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Esse fato aconteceu quando a igreja de Huoshi Guiyang, na província de Guizhou foi invadida.

Bob Fu, presidente e fundador do grupo cristão defensores dos direitos humanos “China Aid”, declarou que tudo isso que vem ocorrendo na Chiena, nada mais é do que uma grande e bárbara perseguição contra os religiosos cristãos.

Centenas de milhões de budistas, cristãos e muçulmanos vivem na China. Enquanto o Partido Comunista deseja guiar estes grupos, ele reprime organizações religiosas não oficiais.

O partido comunista da China decretou leis severas em relação aos cristãos que por lá vivem, caso eles se recusem a se submeter aos ditames do Estado Chinês.

O próprio presidente Xi Jinping advertiu que todas as religiões têm que, a partir deste momento, se tornar algo como uma extensão do partido comunista. #Perseguição contra cristãos #Cristãos são perseguidos