Nas primeiras três semanas de Donald Trump na Casa Branca, o presidente já esteve envolvido em várias questões polêmicas e discutíveis. Uma delas é o decreto anti-imigração, que já vinha mencionando desde sua campanha de candidatura. A briga travada entre o judiciário e o presidente norte-americano já fez com que 60 mil vistos, que foram negados, fossem revalidados no país.

Donald Trump ataca: decreto migratório

Em 27 de janeiro, Donald assinou um decreto contra a migração para os Estados Unidos. O motivo, segundo o presidente, é barrar terroristas internacionais e refugiados das guerras nos países muçulmanos. A decisão causou controvérsia e comoção.

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Protestantes saíram as ruas, próximas das maiores empresas americanas, e deixaram expostas suas indignações.

No dia 3 de fevereiro, a medida foi derrubada por um juiz de Seatle, no estado de Washington. Sendo assim, o veto presidencial está suspenso temporariamente e foi decidido que cidadãos de países como Síria, Líbia e outros sejam recebidos, desde que estejam com os vistos de viagem válidos. Trump já divulgou que vai recorrer à Suprema Corte, no seu Twitter ele publicou: “Vejo vocês na corte. A segurança do nosso país está prejudicada”, e continuou afirmando que, caso aconteça algo nos EUA, “os tribunais políticos devem assumir a culpa”.

Apesar das poucas semanas de mandado, o presidente já teve três derrotas legais sobre a questão. Na decisão dos juízes responsáveis consta que não há provas que os países que serão proibidos fizeram algo terrorista contra os EUA.

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Em trecho foi afirmado: “O governo mantém sua posição sem explicar evidências que informem a real necessidade do decreto e diz que sua decisão não tem como ser revista”.

Enquanto isso, agente migratórios dos Estados Unidos seguem protegendo os "dreamers", programa social do ex-presidente Barack Obama que protege quem chegou ao país ainda criança. Ao todo, são 750 mil imigrantes que constam nas bases. E, desde sua campanha, Donald já havia ameaçado deportar os mesmos dos #EUA. #Donald Trump