Marina Adams, de 44 anos, foi atacada duas vezes em seu próprio quarto por Alexander Volynets, de39, ucraniano que estava no Reino Unido ilegalmente. Ela estava grávida de cinco meses quando ele a atacou dizendo “se eu não posso ter você, ninguém pode.' A vítima teria tentado acabar com o relacionamento que tinha com o #criminoso. Volynets foi #preso e cumpriu 6 anos de prisão no Reino Unido e depois foi deportado de volta à Ucrânia para terminar de cumprir sua sentença.

A cabeleireira Marina, de Bognor Regis, WestSussex, que renunciou seu direito ao anonimato para contar essa terrível história, agora vive assustada, pois não sabe até quando o homem ficará preso.

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"Eu me preocupo, penso que ele vai voltar para a Grã-Bretanha. No fundo da minha mente, eu acredito que se ele fez isso uma vez, ele poderia fazer isso de novo", diz a vítima. "Se ele voltasse ao país novamente, eu ficaria absolutamente apavorada. Eu teria que me mudar para um país diferente ou em algum lugar onde ele não pudesse me encontrar", acrescenta.

"Temo pensar no que aconteceria. Eu temia pela minha vida. Ele disse que iria me matar e eu pensei que sim. Ele é mentalmente instável. Ele é perigoso e implacável", afirma Marina. Ela acrescentou: "A internet é uma janela aberta. Você poderia encontrar o amor de sua vida ou você poderia conhecer alguém como quem eu conheci. Você não sabe quem está atrás da tela". alerta. Ela decidiu contar a sua história, que foi divulgada neste domingo (5), pra servir de exemplo de cuidado que as pessoas devem ter com sites de relacionamentos.

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Marina é russa e vive no Reino Unido, conheceu Volynets no site de namoro love.ru e ficou grávida depois de um breve relacionamento que não deu certo. No entanto, ela decidiu manter o bebê. Ela conta que resolveu terminar com Volynets depois de descobrir que ele tinha dois passaportes, estava morando em Londres ilegalmente e tinha mentido sobre sua idade.

Fingindo aparentemente ser romântico, ele implorou Marina para aceitá-lo de volta, dizendo que a amava e pedindo-lhe para casar-se com ele. Mas as coisas ficaram sinistras quando ela disse que não. Então, ele começou a persegui-la, com ligações à noite, mensagens de textos e até 100 e-mails por hora.

Em uma ocasião, ela o encontrou escondido em sua sala pela madrugada, tendo removido os parafusos de sua porta e invadido sua casa para verificar se ela estava com outro homem.

Durante os próximos seis meses, Marina procurou a polícia pelo menos cinco vezes e eles emitiram avisos à Volynets, mas ele ignorou a todos os mandatos. Em 29 de janeiro de 2010, ele apareceu na porta da Marina, invadiu e à violentou duas vezes.

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Descrevendo a provação que passou, Marina disse que ele veio em uma noite de sexta-feira porque sabia que sua filha mais velha não estaria em casa e ela estava sozinha. "Então, ele colocou uma granada de mão no meu rosto e disse: ‘Você está feliz agora?’", disse Marina, que não tinha ideia se a granada era verdadeira.

"Você está sorrindo agora? Você acha engraçado agora?", ele perguntou. Acrescentou ainda: 'Como você pode fazer isso? Eu te amo. Como você pode fazer isso, sua cadela horrível?"

"Dava voltas e voltas em círculos, ele continuava e continuava e continuava segurando a granada o tempo todo. Eu apenas pensava, 'Por favor, vá embora.' Então ele me disse para subir, e me estuprou no meu quarto. Ele me disse para não lutar. Caso contrário, iria tentar contra a vida do meu bebê", relembra Marina. Ele finalmente foi embora às 8h da manhã, 15 horas depois de ter invadido a residência.

A polícia prendeu Volynets semanas depois e descobriram que ele era casado e tinha filhas gêmeas. Volynets negou o estupro, mas foi considerado culpado depois que Marina deu provas durante uma semana de julgamento em Lewes Crown Court em maio de 2011. Ele ficou preso por seis anos. Ele foi deportado para a Ucrânia em 2013 para cumprir a segunda metade de sua sentença. Marina não tem certeza se ele continua preso. #vitima