Uma clara primavera e bem apropriada para a indústria de defesa dos Estados Unidos novamente se fez com a vitória de Donald Trump, devido aos dois mandatos do governo Obama ter causado uma seca no para o setor e às demandas do Pentágono por armas. Assim, com a posse do presidente Donald #Trump, o bloqueio que restringia aumentos nos gastos de defesa desaparece, substituído pela vontade de reconstrução de uma forte indústria e forças armadas.

Segundo o consultor da indústria armamentista Loren Thompson, a indústria de defesa está feliz novamente. Após estes anos de um apoio razoável da administração Obama, explica, o governo Trump afirma repetidamente que modernizará o arsenal nuclear da nação, que consiste em submarinos que transportam mísseis balísticos subaquáticos, os mísseis balísticos intercontinentais.

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Agora o grande vencedor desta disputa presidencial foi, sem dúvida, a General Dynamics e Huntington Ingalls Industries, que estão desenvolvendo submarinos; a Northrop Grumman que está construindo um novo bombardeio; e a Boeing, que constrói petroleiros e postos de comando aéreos para apoiar a força nuclear.

Além disso Trump propôs aumentar significativamente o corpo de fuzileiros navais e do Exército. Assim, a BAE Systems e a General Dynamics terão beneficiadas sua produção, tal qual Lockheed Martin e Boeing e Raytheon que se beneficiarão, pois, além de atualizar os equipamentos, ainda fornecerão rádios, equipamentos para guerra cibernética e sistema de defesa aérea e terrestre.

A intenção do Trump é expandir a frota para 350 navios para a Marinha, novamente apoiado pelas empreiteiras já citadas.

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Se o corpo de fuzileiros navais crescer, com certeza ,estas empresas estarão expandindo seus negócios no governo.

A Força Aérea também se beneficiará de um aumento mais rápido de sua frota de F-35, da Lockheed Martin. Além de outras variantes do F-35 para o corpo de fuzileiros navais. Outros aviões, como o P-8A Poseidon, da Boeing, também serão adquiridos pelo novo governo norte-americano.

A questão principal para estas prioridades é como Trump conciliará seus planos de defesa com o corte de impostos às empresas, protegendo direitos e investindo em infraestrutura.

O veterano e analista de defesa David Isenberg argumentou, no Congresso, que o complexo militar e não a classe operária seria o verdadeiro vencedor das eleições presidenciais. Tal como foi dito por Trump em outra áreas, os gastos do Pentágono são um conjunto de contradições e, provavelmente, se revelarão a favor da indústria de defesa e seus apoiadores no governo. Porém, o analista observa que haverá muitos obstáculos do #Mundo real para qualquer destes planos que preveem gastar dólares em ritmo frenético. #Casos de polícia