No início fevereiro, quando Viktoria Reymer (Vika), 12 anos, esperava o ônibus para chegar ao apartamento da irmã Alyona, não imaginava que seria vítima de um #Crime brutal praticado pelo amigo da família, Evgeny Bukharin, 40, casado e pai de dois filhos.

Na ocasião, enquanto aguardava o coletivo no município de Novokuznetsk (Rússia), a jovem aceitou carona de Bukharin, que prometeu levá-la até a parente.

Contudo, aqueles seriam os últimos momentos de inocência da garota. Ao aceitar o convite, o homem desviou o trajeto e a levou até sua casa, onde foi violentamente estuprada e espancada.

Porém, depois da agressão, a adolescente (ainda viva) foi jogada num poço de 100 metros de profundidade.

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Ela morreu em decorrência da queda.

Segundo a polícia, Vika apresentava lesões na cabeça, pescoço e tórax. As informações são do jornal russo The Siberian Times.

Horrorizada com a situação, a mãe, Olga, 43, diz não entender como um pai de família e “amigo” comete um ato tão desprezível.

"Nós nos conhecemos desde a infância, crescemos na mesma rua, fomos amigos da família, ele tem filhos e faz isso. Eu não sei o porquê. Vingança?”, questiona.

Ela ainda revela ter confrontado Evgeny Bukharin depois que a polícia o prendeu, após constatar manchas do sangue de Viktoria na cama dele, e encontrar o celular e a mochila da vítima na casa.

Ao encarar o sujeito responsável por estuprar e matar sua filha, a mulher conta que ele não demonstrou arrependimento ou qualquer tipo de sentimento. Para ela, Bukharin não tem alma.

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“Eu o vi cara a cara. Ele não é humano. Eu não sei como chamá-lo”, comenta Olga.

VERSÃO DO CRIMINOSO

À polícia, Bukharin disse ter atropelado a menina com sua moto de neve (snowmobile). Assustado, argumentou ter levado Vika em casa para tratar dos ferimentos.

Contudo, ao chegar na residência, notou que ela estava morta. Em pânico e sem saber como agir, confessou ter jogado o corpo num poço de uma mina local.

Apesar de jurar inocência, as autoridades estão certas de que ele a violentou sexualmente e a defenestrou ainda viva no buraco profundo.

Estudos relacionados a crimes sexuais cometidos contra menores, sugerem que na maioria dos casos o agressor é um parente ou amigo da família.

Esse caso não foi exceção à regra. #Mídia #Curiosidades