Inacreditável essa história, mas ainda existem jovens que acham que vão ficar impunes ao cometerem crimes. Arriscam a liberdade por uma aventura ou um prazer mórbido.

Pois bem, aqui no Brasil até pode ficar impune, mas nos #Estados Unidos há punição. Foi o que aconteceu com Marina Lonina, uma jovem de 19 anos, agora criminosa condenada e presa.

Essa garota norte-americana foi condenada a nove meses de prisão por transmitiu o #Estupro de uma amiga adolescente. A transmissão foi feita por meio do aplicativo Periscope pela internet. Segundo o jornal inglês Daily Mail, a garota foi sentenciada, nesta segunda-feira (13), na corte de Columbus, em Ohio, nos Estados Unidos.

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A acusação que recaiu sobre Marina foi apenas de obstrução de Justiça, já que ela não participou do ato. Por isso e pelo fato dela ter se declarado culpada, ela recebeu uma pena tão branda, de apenas nove meses.

Na época a garota não denunciou o #Crime às autoridades e retardou a entrega de provas para os investigadores. No caso, seu celular, que foi usado para gravar toda a cena do crime e ainda transmitir tudo ao vivo pela internet.

O estuprador da adolescente, Raymond Gates, de 29 anos, já havia sido identificado, condenado a nove anos de prisão e preso pelo crime em outubro passado.

O crime

Inicialmente Marina Lonina também tinha sido acusada de estupro e sequestro. A pena poderia chegar a 40 anos. Entretanto, fez um acordo com a Justiça americana, declarou-se culpada, entregou provas e teve sua acusação e pena reduzidas.

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Já Raymond Gates teve a acusação de sequestro retirada, mas foi condenado por estupro e agressão sexual. Também conseguiu acordo e declarou-se culpado e foi apenado em nove anos.

O crime, que ocorreu em fevereiro de 2016, teve grande repercussão nos Estados Unidos. Marina entregou as provas apenas um mês depois para a polícia americana, alegando medo das consequências.

Entretanto mesmo com as imagens apagadas da internet, algumas reconheceram o cenário e a voz de Marina e denunciaram a polícia, que conseguiu obter as imagens no celular. A amiga estuprada, que na época tinha 17 anos, alega que foi “manipulada” por Marina para chegar a cena do crime e ainda a acusa de não ter feito nada para socorrê-la.