Um juiz teve que lutar contra as lágrimas, quando descreveu um caso chocante, no Tribunal. Ele falava como um #Casal submeteu duas jovens a um abuso cruel, frio e completamente desumano. Michael Miszczak, de 54 anos, e sua ex-mulher Sandra Jones, de 52 anos, "lavaram o cérebro" e repetidamente estupraram suas vítimas, extremamente vulneráveis, ​​e as espancaram com objetos de metal. Eles forçaram as #crianças, menores de oito anos de idade, a comerem seu próprio vômito, assistirem pornografia e lutarem uma com a outra.

A polícia disse que nesse caso, escutaram "alguns dos crimes mais desprezíveis contra as crianças" que eles jamais conheceram, enquanto o promotor disse no Tribunal de Liverpool: "É difícil imaginar um pior exemplo da violação de uma criança".

Publicidade
Publicidade

O tribunal ouviu em uma ocasião que Sandra Jones socou uma das vítimas entre as pernas, outra em que Miszczak violentou brutalmente a menina. No entanto, foi ao descrever outro estupro cruel, por Miszczak, que o juiz Denis Watson, ficou emocional e sua voz começou a vacilar. Ele disse: "Eu acho que jamais vou esquecer que ouvi essas provas. Esse acontecimento, que foi tão terrível", disse Watson, de voz embargada. O juiz condenou Miszczak a 25 anos de prisão, com uma licença de três anos e condenou a mulher, Jones, por 14 anos, com mais um ano sob licença.

Miszczak, que não mostrou emoção alguma durante todo o inquérito, foi considerado culpado de dez acusações, incluindo estupro de criança, ataque indecente e crueldade infantil. Jones foi condenada por quatro acusações, incluindo a ajuda e o envolvimento na violação, o ataque causando danos corporais e a crueldade infantil.

Publicidade

Durante o julgamento, o júri ouviu que as meninas tiveram problemas de alimentação e frequentemente vomitaram e comeram o vômito uma da outra. As meninas foram espancadas por Jones, que deixou uma com um olho negro e uma cabeça partida, e atingiu uma vítima na cabeça com um poste de metal, enquanto que o então marido então repetidamente uma das garotas, dando álcool para ela, depois de fazê-la assistir pornografia para normalizar o comportamento.

O casal se defendeu, dizendo que as garotas eram "fantasiosas" e tinham inventado todas as acusações. Falando após o caso, o inspetor-chefe Chris Sephton disse que os abusos cometidos por Miszczak e Jones foram "alguns dos crimes mais desprezíveis contra crianças que a polícia já tinha visto. Ele disse: "As vítimas têm demonstrado grande força em dar provas, o que resultou na condenação e sentenças longas. Espero que a sua determinação sirva de inspiração para os outros. Ninguém merece ser tratado dessa maneira e apesar de as sentenças não poderem desfazer o dano que foi causado, esperamos que elas deem às vítimas algum senso de #Justiça".