Um ditado comum entre diversas pessoas é que uma dívida ‘morre junto com a pessoa’. Esse ditado serve para exemplificar casos de pessoas que morrem e deixam dívidas milionárias para seus parentes e amigos. Nem sempre a responsabilidade da dívida é repassada de forma jurídica, colocando esse ditado até a prova de acordos realizados atualmente.

Não deve ser nada fácil para alguém perder uma pessoa querida. A dor é imensurável e a família pode levar tempos para se reerguer. Imagine quando isso acontece com um pai de família, que é o único responsável pelo sustento da família? Não deve ser nada fácil para pessoas que perdem seus entes queridos de forma trágica.

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Essa perda pode ser irreparável e demorando muito tempo para cicatrizar. No velório, a família sempre encontra-se abatida, desolada, sendo amparada por amigos e outros familiares do ente querido que se foi. É durante a celebração da morte do familiar que muitos parentes e amigos despedem-se pela última vez de quem já se foi.

Os velórios também pode ser locais de constrangimento e de exposição de dor e sofrimento para as pessoas envolvidas. Alguns casos acabam sendo descobertos no velório, como o desse homem que nem no momento de sua morte teve descanso.

Tudo começou quando um homem estava sendo enterrado em um cemitério em Gana, quando algo surpreendente aconteceu. Doi homens armados apareceram e começaram a gritar com os parentes da vítima.

Os criminosos diziam que estavam levando o defunto por causa de uma dívida, que na verdade era dos familiares do homem morto.

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A cobrança dos dois criminosos era pelas peças de roupa que o defunto estava usando, isso mesmo. Os ladrões roubaram o corpo do homem por causa de uma dívida de pouco mais de cem reais.

Gana é um país pobre na África, e o valor da roupa do defunto pode ser muito oneroso para a família da vítima, que demonstra ser humilde, não possuindo condições para o pagamento.

O caso chocou o mundo todo, que se viu perplexo diante do roubo do corpo do homem por causa de uma dívida tão pequena. Após negociarem com os criminosos, a família teve o corpo do homem de volta e pode enterrá-lo alguns dias depois do caso inusitado.

#Crime #Casos de polícia