Duas crianças foram retiradas de sua #mãe e logo colocadas para adoção, por preocupações levantadas em relação ao fato de que eles estavam dormindo em sua cama. Alegadamente, os meninos, com idades inferiores a quatro anos, apresentavam feridas e lesões e o juiz do tribunal decidiu que a adoção seria a única opção realista. O caso foi reportado pelos serviços sociais, após notarem manchas e feridas dos dois irmãos. O tribunal familiar se decidiu pela retirada das crianças, um caso que está levantando alguma polêmica na Inglaterra.

O juiz Peter Greene concluiu, após a audiência no tribunal de Cambridgeshire, que um dos meninos foi "involuntariamente ferido pelo uso de força excessiva pelo pai", e que o outro foi "provavelmente ferido como resultado da maneira áspera e abrupta em que ele foi tratado por sua mãe", de acordo com as declarações citadas no jornal Mirror.

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O juiz levou ainda em consideração que essa mãe não agiu de acordo com os conselhos que os profissionais já teriam dado para ela, sobre o dormir junto, na mesma cama com os meninos, o que pode ser perigoso e inseguro para as crianças, provocando lesões.

O juiz Greene disse que o litígio tinha começado quando o menino mais velho tinha somente alguns meses de idade. Os serviços sociais ficaram alarmados, por ele ter sua perna machucada, e que teria sido provocado pelo pai do menino, mas de forma involuntária. O juiz entendeu que o homem teria usado de "força excessiva", mas sem qualquer intenção de machucar o menino. Porém, ficou logo aí a primeira sinalização e essa família continuou sendo sempre acompanhada, se temendo que algo de mal acontecesse para as crianças. Os assistentes sociais receberam, então, instruções para supervisionar e apoiar a família.

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Pouco depois, foi sobre o mais novo dos meninos que recaíram as preocupações, quando ele apresentou alguns hematomas e o pulso quebrado. Nessa altura, os assistentes sociais assinavam relatórios revelando que a mãe da crianças "estava continuamente ignorando seus conselhos contra tê-los na cama com ela", e rejeitando "conselhos sobre alimentação". E foram essas as razões para a retirada das crianças. Apesar de o juiz acreditar que os pais amavam os #Filhos e não os estavam magoando deliberadamente, ele se mostrou preocupado com os meninos e com sua segurança. Green disse que ela era "brusca fisicamente" com seus filhos, e desprezava os conselhos dos profissionais.

No tribunal, após todo o inquérito, o juiz revelou suas conclusões sem nunca identificar nenhum dos envolvidos. Sobre os meninos, falou apenas que um nasceu no ano de 2014 e o outro em 2015. #Justiça