Não é de hoje que o republicano e atual presidente dos Estados Unidos, Donald #Trump, discute acerca da situação de imigrantes ilegais no território norte-americano. Sua campanha eleitoral foi fortemente sustentada por meio do discurso contra a #Imigração.

Nesse sentido, foram tomadas medidas em relação à significativa quantidade de pessoas ilegais residentes no país. Nesta terça-feira (21), o Departamento de Segurança Doméstica dos #EUA divulgou diretrizes que fortalecem a deportação de estrangeiros ilegais.

Como funcionava na gestão passada?

No governo de Barack Obama, por exemplo, o principal alvo eram os imigrantes indocumentados, participantes de gangues, condenados por crimes graves (de estupro e homicídio à falsificação de passaportes), representando ameaça à segurança nacional.

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O que muda com as novas medidas?

Devido ao caráter protecionista da atual administração política dos EUA, ações mais ríspidas em relação à imigração são tomadas. As novas diretrizes divulgadas na terça-feira (21) tornam prioridades as deportações amplas, tornando o convívio com imigrantes cada vez mais difícil. Agora, basta o imigrante ilegal infringir qualquer lei e o mesmo será passível de deportação, tornando o processo ainda mais polêmico pelo seu caráter extremista.

Repercussão

Com caráter extremista, as novas ações foram recebidas com grande publicidade, causando impacto nas organizações que defendem imigrantes residentes nos Estados Unidos que alegam que as propostas divulgadas são nocivas às famílias e aos estados os quais detêm grande contribuição econômica da mão de obra de latinos e refugiados.

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Califórnia e Nova York, principalmente, já posicionaram contra a nova ação política de Donald Trump.

Em seguida à divulgação das novas diretrizes, a Estátua da Liberdade, considerada o principal símbolo americano da imigração, foi utilizada como forma de expor a indignação da oposição com as novas medidas. Uma extensa faixa com boas-vindas aos refugiados foi fixada na estátua. A imagem ganhou as redes sociais.