O caso foi registrado na cidade de Budaka, em Uganda, onde uma igreja evangélica teria sido atacada por muçulmanos como forma de retaliação contra a congregação que vem evangelizando muçulmanos. Após o ataque, o pastor Moses Mutasa teria sido levado como refém e segue como desaparecido. De acordo com informações do jornal "Morning Star News", no dia do atentado, mais de 500 pessoas participavam do culto organizado por Mutasa, quando foram surpreendidos pelos radicais islâmicos que teriam invadido a igreja armados de paus a fim de protestar contra o pastor. "Queremos o pastor fora daqui, ele está tentando converter os nossos muçulmanos para o cristianismo'', protestavam os muçulmanos.

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No decorrer da invasão, os muçulmanos teriam trancafiado centenas de cristãos dentro da igreja, além de agredir os homens e abusar sexualmente das mulheres, na frente de seus filhos e maridos. Os cristãos que tentaram fugir foram capturados do lado de fora da igreja, onde foram espancados e assaltados. Após o ataque, roupas íntimas de mulheres sujas se sangue foram encontradas por todas as partes da igreja. As mulheres violadas foram levadas para serem tratadas em uma clínica de Katira.

O pastor Musa Mukenye, responsável por supervisionar as igrejas no distrito de Iki-iki, contou que a polícia local, não tem pistas sobre o paradeiro do pastor Mutasa. A hipótese mais provável, é que tenha sido morto ou está sendo mantido como refém. No momento, a polícia diz não ter pistas sobre o paradeiro dos suspeitos de praticar o atentado.

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De acordo com Mukenye, os conflitos entre cristãos e muçulmanos têm aumentado muito nos últimos anos. ''Não é nada fácil se converter ao cristianismo em Uganda'', explicou o pastor.

Em novembro do ano passado, um professor foi espancado severamente deixado para morrer em meio da rua. Além disso, o homem também teve sua plantação de milho completamente destruída. O pastor explica que em países de maioria muçulmana, alguns radicais islâmicos consideram como traição do islã o ato de se converter ao outra #Religião. Para os extremistas, estas pessoas devem ser punidas com a morte. #radicalismo islâmico #extremistas islâmicos