Muitas pessoas acham que vivem uma vida sexual um tanto problemática. Umas por achar que não encontram o parceiro ideal, outras por não conseguir ter um bom desempenho na cama, mas, raramente, devem ter os mesmos problemas que os que essa mulher tem.

Laura Crow é uma jovem de 28 anos que tem que lidar com um problema estranho, que a faz desmaiar toda vez que faz #Amor. Isso mesmo, ela é portadora de uma condição médica específica e rara, que não a deixa mais ter #relação sexual.

Desde 2011, Laura foi diagnosticada com uma #síndrome chamada ‘Síndrome de Taquicardia Postural’, um problema que apareceu em sua vida desde que ela engravidou pela primeira vez e que a acompanha até os dias atuais.

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Tal problema faz com que o coração da moça bata mais vezes do que o de uma pessoa normal, mais precisamente 110 vezes a cada minuto. Ou seja, 40 vezes a mais do que o da maioria das pessoas. Isso em estado normal, agora, imagine como o órgão se comporta durante uma descarga de adrenalina como a que ocorre durante o sexo?

É isso que acontece com Laura. Toda vez que ela vai ter relação sexual, seu coração recebe uma grande descarga de adrenalina, que o faz passar a ter 180 batidas por minuto. Isso para ela – ou para qualquer pessoa – é tão forte, que a faz desmaiar.

Em entrevista ao ‘Caters’, a jovem revelou tal segredo e afirmou que toda vez que faz sexo com seu marido, Ben, também de 28 anos, ela realmente desmaia. Ainda contou que há 50% de chance de isso ocorrer todas as vezes que eles fazem amor e os ‘apagões’ podem acontecer a qualquer instante em que eles estão na cama.

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Laura revelou ainda que, dependendo da posição, o problema pode ser evitado em algumas ocasiões. Também relembrou como foi a primeira vez que o susto aconteceu e disse que foi um grande choque, tanto para ela, como também para Ben.

Quando o desmaio ocorre, Laura conta que, ao acordar, seu marido na maioria das vezes está muito nervoso, mas nunca continua a relação enquanto ela está desacordada. “Ele é o homem mais forte que eu poderia conhecer”, contou ela.

Logo que foi diagnosticada com a síndrome, a jovem chegava a ter de sete a oito desmaios durante o dia, porém, depois que teve o segundo filho, observou que os desmaios começaram a diminuir. Hoje em dia, ela chega a ter o problema apenas uma ou duas vezes por dia.