Uma mulher de 33 anos está revoltada com o que foi obrigada a se submeter no Aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, e disse que vai processar a polícia daquele país. A cingapuriana Gayathiri Bose, de 33 anos, foi questionada pelos oficiais de segurança no aeroporto pelo fato de viajar com uma bomba de tirar leite. Ela disse que estava amamentando, só que os policiais não acreditaram e pediram que apertasse os seios para provar.

Gayathiri Bose estava viajando para Paris e acabou vivendo uma situação no mínimo vergonhosa e revoltante. Ela foi encaminhada para um local reservado, onde começou a ser interrogada. A bagagem de mão da mulher foi barrada pelo equipamento de raio-X e logo ela se tornou uma suspeita de querer praticar algum tipo de terrorismo no avião.

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De acordo com Gayathiri, os oficiais quiseram saber onde estava seu filho, já que estava amamentando. A mulher tem uma criança de 3 anos e também um bebê de apenas 7 meses. Ela contou que a segurança do aeroporto não conhece ou não acreditou que aquele objeto era simplesmente uma bomba para tirar leite.

Sem acreditar no que a mulher dizia, uma policial confiscou o passaporte de Gayathiri Bose e a levou para uma sala reservada. A policial então pediu que ela abrisse a blusa e quis saber por que não havia algo preso em seus seios para conectar a bomba. Novamente a mulher tentou explicar que não é preciso deixar nada preso aos seios, basta colocar a bomba no mamilo para sugar o leite.

Não satisfeita com a explicação, a policial pediu que ela apertasse os seios para sair leite e assim ela estaria provando que de fato está amamentando.

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Sem ter outra alternativa e temendo que o pior lhe acontecesse, Gayathiri obedeceu e fez sair leite dos seus seios.

Assim que saiu da sala, ela começou a chorar e não conseguia parar ao lembrar a situação em que foi submetida.

Finalmente, ela foi liberada para viajar, sem um pedido de desculpas ou qualquer explicação. Ela agora pretende processar a polícia alemã. As autoridades daquele país apenas informaram que esse procedimento não está incluso nos padrões de segurança, mas não tiveram o menor interesse em identificar a policial para puni-la ou ao menos lhe dar uma advertência. #Polêmica #Mundo #Casos de polícia