De acordo com o site Mirror, do Reino Unido, uma cidadã da Eslováquia está causando indignação em usuários de várias mídias sociais, devido a uma ação chocante: em um vídeo que está circulando pela internet, uma jovem mulher – até o momento não identificada – rasga o Alcorão (considerado o livro mais sagrado do islamismo), urina em cima de seus pedaços e ateia fogo nas páginas destruídas.

A cena, que transcorre em uma floresta coberta de neve, começa com a mulher em pé, mostrando para a câmera uma cópia do Alcorão e um recipiente contendo um líquido inflamável. Ao fundo, é possível ver a bandeira da Eslováquia estendida entre os galhos de algumas árvores.

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Conforme a filmagem segue adiante, a mulher de cabelos escuros rasga o Alcorão, abaixa suas calças, se agacha e começa a urinar sobre o que restou do livro. Depois, ela despeja o líquido inflamável sobre o que sobrou do material e inicia o fogo.

Enquanto realiza essas ações, a mulher faz ameaças aos muçulmanos que residem em seu país, declarando uma espécie de "guerra pessoal".

Foragida

Falando para a câmera, a mulher chama os muçulmanos de "parasitas" e afirma que vai caçá-los, não importando se são homens, mulheres ou crianças. Ela alega que "irá se chocar" contra qualquer seguidor do Islã que cruzar seu caminho, e que não se importa com queixas criminais.

A mulher diz ainda que tem uma mensagem para todo mundo – incluindo as autoridades de seu país, e declara: "Ninguém vai me impedir".

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Segundo o Mirror, a polícia eslovaca recebeu várias queixas sobre o vídeo por parte de pessoas indignadas com as ações da jovem, e foi reportado que o caso já estaria sendo investigado. Além disso, existem relatos de que a mulher fugiu para a Finlândia.

A reportagem do site britânico afirmou ainda que Lucia Kurilovska, especialista em direito criminal eslovaco, declarou que o conteúdo da filmagem é por si só extremista – ou seja, possui o mesmo caráter contra o qual a mulher alega estar lutando.

Assista ao vídeo que está causando revolta nas mídias sociais (contém cenas censuradas, mas mesmo assim fortes):

#Europa #Crime