Nesta quinta-feira, 2, o portal de notícia UOL publicou uma reportagem que está dando o que falar em todo o mundo. De acordo com a matéria, que dá como fontes jornais italianos, em julho do ano passado, um convento, na cidade de Milão, na Itália, teria recebido cinco homens, refugiados da África. Inicialmente, toda a situação foi vista como caridade e inspiravam-se nos ensinamentos bíblicos, já que os homens do Norte daquele continente estariam sendo perseguidos por conta de sua religião. A matéria cita, inclusive, um dos maiores jornais italianos, o 'Giornale'. As intenções religiosas das freiras teriam sito extrapoladas e, acredita-se, elas tenham tido relações com os homens recebidos, e não foram relações de amizade apenas, mas sim sexuais.

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Exames comprovam gravidez

Isso acontece porque nove delas apareceram grávidas ao mesmo tempo. A Madre Superiora Abadessa, que tem uma mãe muito doente, informou que precisava sair do mosteiro todas as noites. No entanto, ela tinha como obrigação dada pela igreja católica controlar as noviças. A maioria das freiras grávidas seria formada por mulheres novas, com menos de 30 anos. Acredita-se quem elas passassem as noites com os refugiados, após as orações obrigatórias terem chegado ao fim. Seis meses depois dos homens chegarem ao mosteiro italiano, as barrigas das freiras começaram a crescer. Em seguida, a madre superiora obrigou que toda fizessem testes de gravidez. Nove delas realmente estão esperando uma criança e foram obrigadas a deixar a vida monástica.

Virgem Maria citada

Em depoimento dado à madre superiora, nenhuma das nove mulheres disseram que sucumbiram aos desejos carnais.

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Elas revelam que algo sobrenatural, maior que todos, aconteceu naquele recinto. De acordo com as freiras, elas não fizeram nada de errado e os refugiados não teriam culpa do que houve. Para tentar se safar, elas citaram Maria, que na bíblia teria engravido de Jesus, mesmo sem nunca ter tido uma relação sexual com José. Elas alegam ter recebido o mesmo milagre, e que, por isso, estariam sendo julgadas. #Maternidade