A medida adotada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald #Trump, de cortar o financiamento dos grupos a favor do #aborto fez com que pessoas que combatem as ideias defendidas por ele e lutam pelo aborto organizassem um evento cuja finalidade será compensar o corte financeiro feito valor de US$ 600 milhões (R$ 1,87 bilhão) às ONGs especializadas em interrupção da gravidez.

Consta que 40 países participarão do evento que ocorrerá em uma conferência na cidade de Bruxelas, na Bélgica, na quinta-feira (2). O objetivo principal que almejam é apoiar a existência de um financiamento que criará um fundo internacional de aborto seguro.

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Com isso, pleiteiam inibir o corte financeiro feito por Trump, que impediu que ocorresse o financiamento que os Estados Unidos davam para agências de aborto e planejamento familiar.

Grupos opositores realizarão o encontro internacional em resposta ao gesto do presidente americano, pois estão procurando outras formas de conseguir obter financiamentos internacionais. A ministra de Cooperação da Holanda, Lilianne Ploumen, foi quem propôs a criação do fundo.

Ela afirma que considera fantástico presenciar países mostrando compromisso em favor de mulheres e crianças que eram beneficiadas com o dinheiro vindo do financiamento norte-americano. De acordo com informações de agências internacionais, o fundo requerido pela ministra poderá reduzir o corte de US$ 600 milhões que eram distribuídos às ONGs internacionais.

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O evento teve a confirmação de participação de vários países da Europa, África e Ásia, como, por exemplo, Canadá, Bélgica, Luxemburgo, Suécia, Finlândia, Quênia, Etiópia, Moçambique, Vietnã, Nepal e Japão. A Holanda é a principal idealizadora da proposta, prometendo destinar 10 milhões de euros (R$ 32,93 milhões).

Além disso, também promoverão e participarão da conferência ONGs internacionais que militam em favor do aborto, sem contar nas fundações e empresas privadas colaboradoras e divulgadoras do evento.

A conferência internacional ocorrerá para impedir que o corte financeiro feito pelos EUA impeça que mulheres realizem aborto.