Stephanie Gongora é uma professora de #yoga que decidiu quebrar paradigmas. Ela quis chocar a internet com suas fotos e vídeo praticando ginástica menstruada. O objetivo era passar seu recado sobre o tema. A professora é natural de Austin, no Texas (EUA), e no vídeo que chocou a rede (pode ser visto abaixo) ela não faz questão de esconder o sangue. Segundo ela, toda mulher sangra e apesar de confuso e doloroso, é bonito. Então em sua teoria, para quê esconder?

Ela continua em sua explicação que por anos a mulher foi reprimida, sentiu vergonha e até muitas vezes suja, no momento da #Menstruação. E não deveria ser assim, já que é algo compartilhado por 100% das mulheres e ainda critica quem dá apelidos para menstruação e vagina.

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A professora também faz um apelo às mães: "Eduquem suas filhas e filhos", pede Gongora. Ela questiona a criação de mães que perpetuam em suas proles a cultura da vergonha e da sujeira associada ao ciclo menstrual.

Stephanie chamou seu desabafo de '#manifesto' e além do que já foi exposto, ainda continuou dizendo que muitas mulheres, cerca de 100 milhões, não possuem produtos adequados de higiene para o período menstrual. Isso faz com que essas mulheres nem mesmo saiam de casa com receio de virar "chacota" em público. E volta a dizer que isso deveria ser tratado como natural, já que todas as mulheres em período fértil menstruam.

Ela finaliza seu discurso reforçando que as pessoas ao redor do mundo devem tratar com naturalidade a menstruação, e que a palavra possa ser dita abertamente e não em cochichos, como é feito hoje.

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Pede o mesmo para a palavra "absorvente". Esse item, segundo ela, não precisa ficar no canto do carrinho de compras, escondido. Ora, toda mulher sangra, toda mulher precisa de absorvente e quem tem condições compra. "Deveria ser normal", e Stephanie finaliza o manifesto

A mulher, que também é youtuber , usa o meio para divulgar seus vídeos com aulas de Yoga e já teve mais de 20 milhões de visualizações. As opiniões sobre o manifesto foram bem divididas. Por incrível que possa parecer, ela encontrou nas mulheres a maioria das críticas. Também houve pessoas associando a estratégia como um marketing pessoal e outras que apoiaram integralmente a atitude dela. Comente.