A ex-#Professora Mary Beth Haglin, de 24 anos, confessou ter feito sexo com um estudante de 17 anos de idade e mandar selfies picantes para ele. Em um deles, posava de calcinha branca e apoiada sugestivamente em uma parede. Em dezembro, ela foi considerada culpada por um tribunal e ontem foi sentenciada a três meses, que devem ser cumpridos até daqui a seis meses.

Atualmente, Haglin, que foi demitida da escola onde lecionava, o Colégio Washington, no estado americano de Iowa, trabalha como dançarina de lap dance (dança sensual em que a dançarina chega a sentar no colo dos espectadores) em um clube de strip-tease, sob o nome de Bambi. Outra das consequências do seu caso com o estudante foi que o mesmo juiz que estipulou sua pena de reclusão, Kevin McKeever, ordenou que o nome dela seja mantido no registro de criminosos sexuais por dez anos.

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A ex-mestra, contudo, insiste que é uma vítima na história, pois, segundo afirma, o adolescente foi quem a seduziu com bilhetes escritos à mão. Diz que o menor se aproveitou de que, à época do relacionamento ilícito, ela se encontrava emocionalmente fragilizada e vulnerável devido a turbulências no relacionamento com seu então namorado.

Quanto às investidas românticas do rapaz, ela afirma tê-las ignorado no princípio porque aceitá-las era ilegal, vedado e rejeitado. Depois de uma grande briga com o namorado, porém, ela resolveu responder a uma mensagem do jovem e o relacionamento físico entre os dois começou em outubro de 2015. Fizeram #sexo, segundo ela, quase diariamente por cerca de seis meses. Entre os lugares em que mantiveram relações sexuais, lista o carro dela, o carro dele, a casa do pai do moço e a casa da mãe do adolescente.

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Haglin alega ter tido medo de terminar a relação com o rapaz. No entanto, o relacionamento chegou ao fim, depois que um outro aluno viu o casal juntos e as autoridades escolares e policiais foram informadas da situação "ilegal, vedada e rejeitada" que estava acontecendo. Pressionada pelo avanço rápido das investigações, em julho de 2016, ela se entregou à polícia voluntariamente e confessou seu crime.