O Oscar 2017 foi recheado de polêmicas, uma delas protagonizada pela atriz Scarlett Johansson e o apresentador Ryan Seacrest. Ele fez uma pergunta que deixou a beldade bastante irritada, classificando-a como ridícula.

O apresentador do canal E!, muito brincalhão, perguntou se a atriz costumava usar nos ensaios para a entrega do #Oscar, realizado no domingo (26), os sapatos que estava calçando no momento. "Que pergunta ridícula", ela rebateu, irritada.

Visivelmente sem graça com a grosseria da convidada, Seacrest tentou explicar que a pergunta era pelo fato de Halle Berry também usar saltos altos nos treinos para a festa do tapete vermelho.

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"Bem, eu não sei! Não imagino ter que usar esses sapatos por dois dias seguidos", respondeu Scarlet Johansson em tom azedo.

No ano passado, a campanha #AskHerMore, apoiada pela atriz Reese Witherspoon e a roteirista Shonda Rhimes, sugeria que os apresentadores fizessem perguntas diferentes as atrizes, que não se limitassem só ao figurino das famosas.

Quem acompanhava a transmissão da festa pelo Twitter, ficou em dúvida quanto a postura da diva do #Cinema europeu. Alguns acharam a resposta muito grosseira e desnecessária, porém outros elogiaram sua atitude crítica. O apresentador foi acusado de sexismo. O jornalista de celebridades Michael Weinfeld ironizou a pergunta e disse que Seacrest deveria ter se referido ao cabelo dela.

A discussão dos famosos no tapete vermelho recebeu muitas criticas quanto a transmissão deste ano recheada de episódios polêmicos.

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Prova disso foi o mais marcante da noite, a troca de envelopes anunciando "La La Land: Cantando Estações" como ganhador do Oscar de Melhor Filme, quando, na verdade, o premiado foi "Moonlight: Sob a Luz do Luar".

A situação inusitada deixou os apresentadores desconfortáveis e a equipe de “La La Land”, que já comorava no palco, teve que se retirar. A comemoração ficou para a equipe de “Moonlight”.

Outro ponto negativo da noite foi a entrega da estatueta de Melhor Ator a Casey Affleck (“Manchester a Beira Mar”). A atriz que anunciou o premio recusou-se a bater palmas para o premiado em repudio ao episódio de assédio sexual.