A #Venezuela vive hoje uma #Crise econômica de grande proporção, sendo já uma das maiores já registradas na América Latina. O país, que usa o bolívar venezuelano como moeda oficial, vive sob a ditadura socialista de Nicolas Maduro, sucessor de Hugo Chávez, que prometeu levar adiante sua ideologia. Desde sua estadia no governo, se iniciou uma decadência desenfreada.

Atualmente, a maior parte dos venezuelanos sofre com o aumento da fome e da insegurança, devido ao aumento da criminalidade. A inflação já ultrapassa a casa dos 300%, o Bolívar nunca foi tão desvalorizado. De acordo com a conversão de moeda, 162 bolívar venezuelano não chegam nem aos cinquenta reais.

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Quem mais sofre com isso é a população, já que é difícil comprar alimento no país. Como se alastra a crise econômica, várias empresas agrônomas faliram e outras começam a sentir o efeito do governo socialista fechado de Maduro. A situação chega a ser tão desagradável, que a população tem dias selecionado para comprar combustível e alimento, de acordo com os números finais do RG.

A relação dá Venezuela com o Brasil

Brasil e Venezuela fazem fronteira pelo estado de Roraima, no norte brasileiro, e essa proximidade causa preocupação em uma parte da população, já que há denúncias de que venezuelanos ultrapassam a fronteira sem se quer serem revistados ou registrados, uns para trabalhar, outros a procura de alimento, e alguns para cometer crimes.

Sobre a relação política entre os dois países, há políticos brasileiros que apoiam o governo socialista de Nicolas Maduro, como a ex-presidente brasileira #Dilma Rousseff (PT), que sofreu impeachment em setembro do ano passado, e que, em seu mandato (2011-2016), fez empréstimos a alguns países socialistas do continente, sobretudo, a Venezuela, um dos principais beneficiados com a ação.

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Nesse sentido, é de se contestar sobre a falta de fiscalização nas fronteiras entre Brasil e Venezuela, e sobre até quando o povo venezuelano vai sofrer com o governo totalitário de Nicolas Maduro.