Khalid Masood, 52 anos, nasceu em um Natal de 1964 em Kent com o nome de Adrian Elms. Ele foi morto a tiros pela Polícia Metropolitana. Elms não tinha sido objeto de nenhuma investigação policial até o momento. Ele foi criado por uma mãe solteira chamada Rye, em East Sussex.

Segundo a imprensa britânica, Masood, desde os bancos escolares, em Kent, teve um histórico de violência. Em 2003, ele foi preso por esfaquear um homem no rosto. Segundo noticiou o jornal Times, Elms passou algum tempo na prisão de Lewes, em East Sussex, Wayland, Nortfolk e na prisão aberta de Ford, West Sussex, Inglaterra.

As autoridades ainda não têm dados sobre como Elms se converteu ao Islã e passou a ser nomeado de Khalid Masood.

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Acredita-se que ele tenha ficado mais radical na prisão. Recentemente, Masood vivia em West Midlands e frequentava regularmente uma mesquita local. A polícia informou que Khalid Masood usou vários nomes durante sua vida.

O grupo terrorista Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo ataque e disse que Masood era um dos seus "soldados". O número de mortos das vítimas na atrocidade aumentou para cinco, após um idoso de 75 anos ter perdido a luta pela vida. Detetives aventam a possibilidade de haver oito suspeitos de terrorismo com supostas ligações a Masood.

Segundo relatos, Masood se descrevera como um professor de inglês. Mas disseram que ele nunca trabalhou em nenhuma escola pública. Uma fonte descreveu para o jornal Mirror que Masood era "um cara grande, ele parecia ser um fisiculturista, você não iria querer mexer com ele".

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Acredita-se que Masood viveu pela última vez no bairro de Winson Green, em Birmingham, onde dividia um apartamento com uma mulher e uma criança.

O vizinho, Iwona Romek, de 45 anos, disse nesta quinta-feira (23): "Quando vi as fotos na TV e nos jornais, reconheci-o como o homem que costumava morar ao lado". E completou: "Eu o vi muitas vezes, mas dava apenas um ‘olá’ e um ‘como você está’". O vizinho disse que Masood tinha uma criança pequena, de cinco ou seis anos de idade.

Outro ex-vizinho que viveu perto de Masood na Avenida Dunraven, em Luton, de 2010 a 2011, disse que Elms sempre usava vestido islâmico na cor preta e um chapéu também preto. "Eu não o vi durante o dia, ele era como uma sombra, era difícil dizer que ele estava morando lá", disse o ex-vizinho.

Outro senhor: "Este cara é um cara local. Tenho vivido na área há 20 anos. Eu não o conheço pessoalmente. Eu vi seu rosto muitas vezes. Eu o vi nas notícias em torno das sete horas da noite passada e pensei: 'Este é o cara da mesquita'.

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Ele tinha barba e olhos grandes”.

Além de Masood, morreram o policial PC Keith Palmer, 48 anos; o casal Aysha Frade, 43, e Kurt Cochran, 54, mortos na quarta-feira (22), enquanto um homem de 75 anos morreu na noite desta quinta-feira (23). Elms também feriu 40 pessoas.

O veículo usado por Masood foi alugado da “Enterprise aluguel de automóveis", no bairro de Spring Hill, em Birmingham. As autoridades disseram que não estava claro, na noite de quinta-feira, se a quarta vítima foi ferida na ponte ou nas proximidades do Parlamento. A Scotland Yard disse que quatro pessoas permaneceram em estado crítico.

Enquanto isso, a investigação sobre os motivos de Masood continua. Oito pessoas foram presas após os ataques em #londres nas cidades de Birmingham e Carmarthenshire. São três mulheres de 21, 26 e 39 anos e cinco homens de 23, 26, 27, 28 e 58 anos.

Todos são suspeitos de preparação de atos terroristas. A polícia chegou a um apartamento ao leste de Londres, que se acredita ser de um parceiro de Masood, na quarta-feira (22). #Ataque Terrorista #Mundo