Até o momento as autoridades inglesas dão conta de que cinco pessoas morreram e cerca de 40 ficaram feridas num ataque desferido por um terrorista, que foi morto após atacar um policial após dirigir um carro em alta velocidade, ter atropelado pessoas que estavam na Ponte de Westminster, por volta das 14h40 (horário de Brasília).

O terrorista bateu com o carro nas grades externas do Parlamento britânico e tentou entrar no local. Em seguida, o homem, após apunhalar um policial, foi morto a tiros pela Polícia Metropolitana em frente ao Parlamento. O policial que foi esfaqueado e morto trata-se de Keith Palmer, 48 anos, pai de família, com 15 anos de serviços na polícia.

Publicidade
Publicidade

Ele estava desarmado no momento do confronto com o terrorista.

O Ministro do Exterior, Tobias Ellwood, ex-oficial do Exército que perdeu um irmão no #Atentado terrorista de Bali, em 2002, tentou reanimar com respiração boca a boca o policial Palmer.

A primeira ministra britânica, Theresa May, qualificou o ataque como "doente e depravado" e que atingiu os valores de liberdade, democracia e livre expressão. Ela acrescentou que a localização deste ataque não foi um acidente e que o terrorista pretendeu atacar "o coração de nossa capital".

May homenageou os "homens e mulheres excepcionais" da força policial que responderam ao ataque. Disse: "Vamos todos avançar juntos, nunca ceder ao terror e nunca permitir que as vozes do ódio e do mal nos afastem".

Mark Rowley, vice-comissário interino e chefe de contraterrorismo da Polícia Metropolitana, disse que eles pensam que sabem quem é o terrorista, que foi inspirado pelo #Terrorismo internacional e islâmico, mas não deu mais detalhes.

Publicidade

As autoridades e os serviços de investigação, como a famosa New Scotland Yard, estão estudando o caso e pedem ajuda dos cidadãos para informar às autoridades sobre quaisquer movimentos suspeitos e, assim, contribuir no trabalho preventivo contra outros possíveis ataques.

Neste dia terrível em #londres, se encontrava um grupo de turistas brasileiros: os casais Rogerio Henrique Silveira e Roberta Oliveira, bem como Sabrina Menezes e Bruno Larrubia, que estavam em férias.

Entrevistado pela Folha de São Paulo, Bruno relatou: "Cerca de 10 minutos após entrarmos na roda gigante, enquanto tirava fotos, percebi uma movimentação estranha na ponte". Sabrina acrescentou: "Ficamos muito tensos na hora. (...) Vimos um corre-corre na ponte, muitos policiais, começaram a chegar helicópteros".

Steve Voake, testemunha ocular, disse: "Tentei impedir que as pessoas chegassem à ponte".