A maioria das mulheres tem um sonho, ser mãe. Geralmente, esse momento da vida é muito emocionante, esperado e repelo de felicidade. No entanto, no caso do americano Lincoln Seay, o que a família viveu, na verdade, foram dias de agonia. Mal nasceu e o garotinho já enfrentava problemas de #Saúde. Liconln nasceu no ano de 2016, mas um ano depois sua história veio à toma na imprensa. O motivo é que sua vitória contra a morte foi surpreendente e emocionante. O garoto nasceu com uma doença genética muito rara, que fez com que seus órgãos se formassem do lado contrário. O coraçãozinho de bebê dele praticamente não funcionava e o garoto precisava de uma cirurgia urgente.

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Do contrário, ele não sobreviveria.

O garoto foi atendido em um hospital da cidade de Anchorage, no Alasca, território americano. Os médicos operaram o garoto e, aparentemente, deixaram sua condição estabilizada. O problema é que a cirurgia apenas resolvia temporariamente o problema do garotinho. A única chance que Lincoln tinha de viver era com um transplante de coração e isso apenas era possível se aparecesse um doador compatível. A luta do menino passou a ser contra o tempo e à espera de sorte. Três meses foram necessários até que um doador aparecesse. O drama do menino acabou? Nem pensar.

O transplante seria feito, mas o menino foi só piorando sua condição de saúde. O cansaço dele era evidente. Enquanto estava à espera do coração chegar ao hospital, o bebê começou a falecer.

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Os médicos começaram então a fazer massagens no tórax da criança, mas isso não rendeu boas soluções. O menino parou de dar sinais vitais e o médico então decidiu abrir seu peito com um bisturi. Enquanto o garoto tecnicamente já estava morto, o cirurgião fez compressão manual no órgão. O transplante foi feito à pressas. No entanto, o processo foi muito invasivo. Não demorou muito e o bebê foi ficando roxo. Ele não suportou o que houve e foi decretado, oficialmente, como falecido.

Um médico então não aceitou o diagnóstico e com as mãos fez uma espécie de nova massagem no garoto, que surpreendentemente "ressuscitou". Um ano depois, ele está firme e forte.

Veja abaixo uma foto do bebê com seu pai, que está todo sorridente por saber que o filhão continua vivo.