A Primeira Ministra do Reino Unido, Theresa May, acionou, na manhã desta quarta-feira (29), o Artigo 50 do Tratado de Lisboa, assinado pelos membros da #União Europeia, dando início ao chamado #brexit (saída britânica). O fato gerou muita repercussão pelo Reino Unido, mostrando que o povo está muito feliz e ansioso para que a saída seja efetivada.

Em todo caso, apesar da ansiedade para que o Brexit seja concluído, o mesmo deverá acontecer não em menos de dois anos de negociação, posto que o país deverá regularizar seus acordos comerciais com cada um dos 27 membros da União Europeia, que serão devidamente alterados após a renúncia dos tratados comerciais que eram impostos por Bruxelas.

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De acordo com os relatos, a carta, que acionou o Art. 50, possuía seis páginas e fora assinada pela própria Primeira Ministra. Logo após a carta ter sido entregue, Theresa May fez um pronunciamento dizendo que “o Reino Unido está deixando a União Europeia” e que “este é um momento histórico do qual não haverá volta”.

Já o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, disse que a UE está muito descontente com a saída do Reino Unido e que, para ele, “não há razão para dizer que esta quarta-feira é um dia feliz nem para o Reino Unido nem para a União Europeia”.

Todavia, os britânicos discordam, uma vez que a UE não serviu para nada além de extorquir os países-membros - apenas os mais ricos - e obrigá-los a obedecer leis criadas em Bruxelas por um conselho não-eleito. A saída economizará bilhões de libras por ano para o Reino Unido, como, também, irá proporcionar maior liberdade econômica e comercial.

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Uma pesquisa, realizada pelo Sky Data, revelou que uma em cada duas pessoas estava feliz, ou muito feliz com o acionamento do Art. 50, enquanto apenas 36% estavam se sentindo tristes por terem que deixar a União Europeia. Isso demonstra que não houve remorso sobre a decisão tomada em 2016 e, também, que povo britânico realmente deseja obter a sua autonomia, tendo, assim, suas fronteiras nacionais respeitadas. #Inglaterra