No ano passado, em #2016, a presidente brasileira, Dilma Rousseff, foi deposta do cargo por infringir a lei orçamentária e a lei de improbidade administrativa. Uns dizem que não houve crime, alegando que na realidade o que aconteceu foi um golpe contra um governo constitucionalmente eleito. Outros, porém, afirmaram e afirmam que os milhões de desempregados são por conta de suas políticas mentirosas, como a energia mais barata que circulou no seu discurso em meados de 2013 para se eleger no ano seguinte e que, no entanto, teve um rombo no bolso dos brasileiro de R$ 62,2 bilhões, segundo fontes do g1.globo.com.

O fato é que o Brasil passou por mudanças políticas importantes de um ano pra cá.

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Mas a situação parece não abarcar só os tupiniquins. A #Coreia do Sul, que está do outro lado do mundo, se pensarmos como referência o litoral nordestino, passa por situação parecida vivida pelo Brasil em 2016.

Na Coreia do Sul, o Tribunal Constitucional afirmou nesta sexta-feira (10), por aceitação geral, a cassação do mandato da presidente do país, Park Geun-hye, aceita verdadeiramente pelo parlamento por conta de seu envolvimento com o roteiro da imoralidade da "Rasputina".

Com o mandato cassado, Park, que os promotores acham e desconfiam no caso, deixou de possuir imunidade e a Coreia do Sul é forçada a fazer outras eleições presidenciais em um tempo delimitado e abaixo de 60 dias.

A Justiça afirmou que Park tem participação, com a sua parceira e cumplice Choi Soon-sil, conhecida como "Rasputina", na invenção de duas fundações para tirar fundos para as grandes companhias.

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E continuou alegando que a desobediência à lei e o selecionamento de seus documentos sigilosos a Choi permitiu que ela intervisse nos assuntos de Estado.

A deliberação, que foi comunicada em aberto por todos os meios de comunicação do país, foi tornada ao conhecimento de todos em um local confirmado pelo intenso aparelho de segurança acionado em Seul para impedir combate entre os seguidores e opositores de Park Geun-hye.