A CNN minimizou o atentado 'estilo #Estado Islâmico' ao Parlamento atribuindo-o a um "incidente com armas de fogo", apesar da mídia britânica reportá-lo como um ataque combinado de facão e carro.

A rede publicou um artigo com o título "A polícia britânica investiga 'incidente com armas de fogo' perto do parlamento" por volta das 11h30.

"A Polícia Metropolitana de Londres disse no Twitter que eles foram chamados aproximadamente às 14h40, a pretexto de um incidente perto da Ponte Westminster que estava sendo tratado como um incidente com armas de fogo", disse a CNN.

A CNN admitiu que um policial foi esfaqueado no "incidente com armas de fogo", mas o artigo era leve e com muito poucos detalhes.

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Em comparação, tanto o Sun quanto o Daily Mail disseram que um suspeito estava esfaqueando pedestres na Ponte de Westminster, um ataque totalmente semelhante aos métodos usados pelos jihadistas durante os recentes ataques terroristas.

Autoria do Estado Islâmico

No entanto, enquanto a CNN utilizava seu tempo para abafar o ataque terrorista com um discurso politicamente correto, os integrantes do grupo jihadista comemoravam nas redes sociais, publicando e compartilhando diversos comentários como "a nossa batalha em sua terra ainda não começou, espere o que ainda está por vir", sem contar as milhares de salvas dizendo "Allahu Akbar". (Para visualizar esses comentários, clique aqui)

Mais ainda, apesar das exatas motivações por trás do veículo e dos ataques com facas, fora do Parlamento em Londres, ainda ''não serem claras'' - de acordo com o mainstream -, os jornalistas que comentaram o ato também observaram que o incidente aconteceu, curiosamente, no aniversário dos múltiplos ataques terroristas que ocorreram na capital belga, Bruxelas, em 22 de março de 2016.

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"Esses incidentes são, obviamente, muito preocupantes, principalmente por acontecerem no primeiro aniversário dos ataques terroristas que ocorreram em Bruxelas ", disse Tom Elliott, um deputado unionista do Ulster, ao Belfast Telegraph. #Atentado #Inglaterra