O que pensar de pessoas que usam uma rede social para transmitir um #Crime horrendo e covarde como é o #Estupro? E para piorar ainda mais, o que fez com que dezenas de pessoas que assistiram e testemunharam o estupro não denunciassem o crime para a polícia? São perguntas que ficam sem respostas sensatas, diante de tamanha perversidade e brutalidade.

De acordo com o portal de notícias online da revista Veja, a polícia de Chicago nos Estados Unidos, veio a público nesta quarta-feira (22), informar que está a procura de seis homens suspeitos de cometerem um estupro coletivo e de ter feito a transmissão do crime em tempo real pela internet através do #Facebook.

Publicidade
Publicidade

Saiba mais aqui.

Estrupro coletivo

A vítima do estupro coletivo é uma adolescente de 15 anos, foi identificada como Deahvion Austin, havia desaparecido no domingo (19) e só foi encontrada pela polícia na terça-feira (21), depois que a família da jovem recebeu um vídeo com as imagens do estupro que estavam sendo compartilhadas na internet e levou até o superintendente da polícia local, Eddie Johnson. De acordo com a emissora de TV local WGN, os pais de Deahvion foram informados pelo tio da garota sobre o vídeo com as imagens do crime.

Ainda segundo a WGN, a transmissão do estupro foi assistida por pelo menos 40 pessoas que não entraram em contado com a polícia ou com o serviço de emergência para denunciar o crime.

Eddie Johnson se disse a WGN que está indignado com o crime e enojado ao saber que quem assistiu ao ato covarde não foi capaz de denunciar os criminosos.

Publicidade

Segundo Johnson a origem do vídeo está sendo rastreada e os responsáveis ainda não foram identificados, mas que espera fazer a captura dos homens em breve.

A polícia de Chigaco entrou em contato com a administração do Facebook e solicitou a retirdada imediata do vídeo da rede social. Em nota a rede social fez a seguinte comunicação: “Crimes como esse são hediondos e não permitimos esse tipo de conteúdo no Facebook”.

Até o momento do fechamento desta matéria não havia sido divulgado o estado de saúde da adolescente e se o paradeiro dos criminosos já havia sido descoberto.