Um grupo de mulheres feministas da Argentina decidiu ir, no último dia 8, data em que se comemora o 'Dia Internacional da Mulher', à frente de uma igreja localizada na cidade de Tucumán. No local, as mulheres fizeram uma encenação extremamente polêmica. O grupo encenou o que seria Maria abortando o próprio filho, Jesus Cristo. Não demorou muito para que o "castigo" ao grupo aparecesse. Grupos religiosos e até políticos, como o Senador brasileiro Magno Malta, decidiram falar sobre o que houve em frente à igreja católica Argentina. Ele chamou o caso de "repugnante' através de seu Facebook. Os post pode ser visto ao fim dessa reportagem. As mulheres em questão defendiam a legalização do aborto no país.

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Para caracterizar o aborto, as feministas utilizaram tinta vermelha e até fitas. Toda a encenação deu-se, segundo informações do site 'Guia-me', aos risos das manifestantes. Na internet, católicos e evangélicos se uniram para criticar aquelas mulheres e reclamaram da falta de respeito com a fé alheia, pegando um dos principais eventos do cristianismo, o nascimento de Jesus Cristo, e transformando esse fato visto como sobrenatural em algo alvo do escárnio.

Comunicado da Igreja Católica

O Monsenhor Alfredo Zecca, Arcebispo da Igreja católica em Tucumán, onde houve o protesto das feministas, através de um comunicado enviado à imprensa, disse que repudia esse tipo de protesto. O Arcebispo ainda chamou a atitude de "infeliz". Ele condena a ação, revelando que estava muito triste com o que viu e que os atos das feministas eram muito ofensivos não apenas para quem acredita em Jesus Cristo, mas também para muitas outras mulheres.

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Pedido à polícia argentina

Uma petição online, criada através do site 'CitizenGo', pede assinaturas para que a delegacia regional abra um registro de ocorrência contra as feministas. Elas recebem, através do texto do abaixo-assinado online, a acusação de discriminação religiosa. Quem assina pede que o caso seja investigado o mais rápido possível pelas autoridades da Argentina.

Veja a publicação feita pelo Senador Magno Malta, na qual ele chama a atitude das feministas de 'repugnante':

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