No último domingo (26), durante um comício na cidade de Lille, no norte da #França, a candidata à presidência, Marine Le Pen, disse que, se vencer as eleições presidenciais neste ano, a União Europeia (UE) “morrerá”, posto que “as pessoas não desejam mais isto”.

A líder do partido Frente Nacional (FN) foi rígida em seu discurso, declarando que, caso seja eleita, três grandes coisas acontecerão: primeiro, acontecerá a morte da União Europeia; segundo, o fim da “globalização selvagem”; terceiro, o “desmascaramento do multiculturalismo”.

Ainda, a Reuters relatou que, enquanto a candidata discursava, cerca de 500 manifestantes protestavam a dois quilômetros do local.

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Todavia, de acordo com as pesquisas eleitorais, a candidata está na frente, lado a lado de Emmanuel Macron.

Ela reiterou que convocará um referendo para que a França saia da UE e, caso perca a eleição, disse que abandonará a vida política. Também, Marine professou que “chegou a hora do confronto democrático entre os patriotas e mundialistas”. Os outros candidatos, Macron e François Fillon, são globalistas e “pretendem enterrar qualquer ideia de comunidade nacional”, disse Le Pen.

Finalmente, após anos de luta contra o discurso da “teoria da conspiração”, os planos globalistas das organizações internacionais estão vindo à tona. A grande responsável por isso é a internet que, sem limites, ajudou a espalhar milhares de informações pelas redes sociais.

Marine Le Pen tem sido um grande fenômeno.

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Enquanto a mídia não cessa em difamá-la e fazer propaganda para seus adversários, a candidata vem se tornando cada vez mais popular, principalmente por seus discursos nacionalistas que, há muito tempo, estavam apagados da memória francesa, levando o país até a crise migratória em que vive hoje. O fato lembra muito as eleições do presidente americano Donald Trump, que contra todas as estatísticas, veio a ser eleito com seu discurso nacionalista.

De fato, isso demonstra que grande parte dos franceses acha que a França está perdendo sua identidade nacional e sendo governada por Bruxelas. #Europa #Refugiados