Robert Roy Farmer, de 25 anos de idade, foi encontrado no ano passado por um policial da cidade de San José, inconsciente em seu carro, ao lado de uma gata morta. Um relatório de necropsia realizado pelo departamento criado em 2001 pela prefeitura da cidade, com o objetivo de zelar pelo bem-estar dos animais, indicava que a bichana de pelo laranja malhado tinha sofrido um traumatismo causado por ter sido golpeada com um instrumento rombudo. Segundo relatos que chegaram à imprensa, o animal estava com o órgão sexual dilatado. Nas garras do quadrúpede foi achado material que um exame de DNA confirmou pertencer a Robert.

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Testes de DNA posteriores ligaram-no a outros vinte #Gatos mortos.

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Levado a julgamento, o suspeito acabou se declarando culpado de torturar e matar os vinte felinos. Tão chocante quanto possa ser a confissão do americano, que o identifica como uma espécie de serial killer de bichanos, esta é a parte menos bizarra do caso. Segundo tem relatado a imprensa local, a juíza encarregada do estranho caso, Sharon A. Chatman, foi informada de que o jovem abusava sexualmente de suas vítimas felinas antes de liquidá-las. Confirmada esta informação, isso o torna uma versão para gatas de monstros como, por exemplo, o infame Maníaco do Parque.

A magistrada decidiu consultar a opinião de um psicólogo antes de proferir a sentença do rapaz, que poderá ser incluído em registro de criminosos sexuais.

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O profissional que examinou Robert Roy a pedido de sua defesa também deverá depor, provavelmente no dia 7 de abril deste ano. "Ouvir estes dois especialistas deverá ser útil para tomar uma decisão", explicou Chatman. A juíza acrescentou que o importante é que ela tenha as informações necessárias para chegar a uma sentença justa e ponderada.

Caso seja colocado no registro de predadores sexuais, o rapaz estará sujeito às mesmas restrições que os criminosos que abusaram de seres humanos. Apesar de todas as evidências, Wesley Schroeder, advogado do moço afirmou em email ao jornal britânico Mirror que um teste que detecta ferimentos causados por abuso sexual não encontrou o mínimo machucado que fosse. #crueldade #Crime