Um carteiro do norte de Minnesota foi acusado de roubo e bestialidade depois que ele foi filmado por uma câmera de segurança tendo relações sexuais com um cão ao longo do seu trabalho. Segundo informações, o proprietário da casa ficou desconfiado quando o carteiro, identificado como Brian Chapman, de 21 anos, passou um tempo estranhamente longo em sua garagem, ao entregar um pacote para na sua residência.

O dono da propriedade, identificado apenas como TAL, tem a sua casa protegida com um sistema de segurança, que notifica o seu aparelho de telefone celular quando alguém chega em sua residência. Ele estava prestes a ligar para a agência dos correios para pedir para que o carteiro não deixasse mais pacotes lá, mas antes de fazê-lo, ele deu uma olhada na filmagem de vigilância e ficou chocado com o que descobriu.

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De acordo com o delegado Polk, que observou a filmagem e disse que Chapman foi gravado pela câmera de segurança na segunda-feira, 6 de fevereiro por volta das 13h, entrando na garagem do morador durante a hora do almoço. Ainda, de acordo com o delegado, o suspeito foi visto colocando um pacote antes de se envolver em um ato sexual com um cachorro, que estava na garagem.

Segundo o portal de notícias “Indy100”, a bestialidade ainda é tecnicamente legal em 10 estados do país: Havaí, Kentucky, Nevada, Novo México, Ohio, Texas, Vermont, Virgínia Ocidental, Wyoming e o Distrito de Columbia. Além disso, a gravidade com que o crime é tomado varia de estado para estado. Alguns veem a bestialidade como um delito, outros a classificam como um crime.

Alguns estados exigem que o réu seja submetido a aconselhamento e avaliações psicológicas, em alguns casos proíbem o acusado de possuir animais em sua residência.

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Conforme informações de mídia local, o homem foi acusado de roubo de segundo grau, um crime com uma pena máxima de 10 anos, com uma multa de aproximadamente R$ 62 mil reais, em Minnesota. Ele também foi acusado de bestialidade, que é um delito e é punido com 90 dias de prisão ou uma multa de aproximadamente R$ 31 mil reais. #Cachorro #Investigação Criminal #Casos de polícia