Crimes de abuso sexual acontecem todos os dias no mundo. No entanto, algumas situações chocam a mídia. Foi o que aconteceu com um ativista LGBT na França. Aos 35 anos, o jovem Zak Ostmane saiu de seu país natal, a Argélia, para morar na Europa, acreditando que viveria uma vida livre e sem preconceitos. Na Argélia, ser homossexual é #Crime e pode gerar até dois anos de cadeia. No entanto, na França, Zak encontrou o que não imaginava, o abuso sexual. Ele estava em uma bar com amigos, quando decidiu ir embora. Ao sair do local, ele foi surpreendido por dois homens e desmaiou.

Publicidade

Ao acordar, o jovem Zak Ostmane estava completamente nu e amarrado em uma cama. Enquanto um homem o ameaçava de morte, o outro realizava o estupro. O sexo não consentido pela vítima o fez chorar e chocou o mundo inteiro. Os abusos sexuais foram persistentes e duraram cerca de 48 horas. A ação aconteceu em um hotel da França. O rapaz, em entrevistas dadas à imprensa europeia, contou que se sentia muito mal com tudo o que estava acontecendo e que era como se estivesse drogado, acreditando que deram algo para ele tomar. "Um deles me batia e socava meu rosto, enquanto o outro abusava sexualmente de mim”, explicou ele aos jornalistas.

Para a realização dos abusos, os dois homens rasgaram as fronhas dos travesseiros e formaram uma espécie de corrente. Além de estuprar o jovem, os homens solicitaram suas senhas bancárias. O rapaz passou uma senha falsa de seus cartões, mas não conseguiu ganhar tanto tempo. Ao voltar para o local, um dos abusadores passou a bater com ainda mais força no argelino. Ele também usava uma faca em suas costas, ameaçando, a qualquer momento, assassiná-lo.

O jovem tentou gritar várias vezes por socorro, mas era em vão. Apenas quando uma viatura da polícia passou em frente à janela do hotel ele conseguiu um feedback dos agentes. Os policiais ouviram os berros por socorro e tiraram o homossexual do local. Na revelação sobre o abuso, Zak Ostmane agradeceu ao trabalho da polícia, revelando que, caso não fosse por eles, não saberia como estaria agora. Ele ainda teve que permanecer nove horas em um hospital da França. #Investigação Criminal