Uma #mãe contou como se arrependeu de ter continuado com sua gravidez quando descobriu que o seu bebê sofria de síndrome de Down. Claire Farrington, de Londres, Inglaterra, ficou desolada com o diagnóstico, realizado somente quando o menino já tinha três semanas de vida. "Imediatamente, eu desejei que ele não tivesse sobrevivido, que eu tivesse feito um aborto", contou Claire. Um ano depois, ela revelou que não poderia ser mais feliz, junto com o seu marido e bebê, e apenas sente vergonha por esses sentimentos que viveu no passado..

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Claire, de 40 anos, nunca imaginou que isso pudesse acontecer, nem com todos os exames e testes que fez durante a gravidez. Aparentemente, não havia nada de errado com o seu filho. Só depois do nascimento é que a revelação foi feita e Claire ficou tão "perturbada" que até "socou uma parede".

O bebê Theo nasceu prematuro e ainda estava no hospital quando foi diagnosticado com #Síndrome de Down, uma condição genética que causa dificuldades de aprendizagem e características físicas características. A mãe admitiu sua frustração e que nos primeiros momentos nem sabia como lidar com esse diagnóstico. "Eu não tinha esses preconceitos com a síndrome, só não queria que tivesse acontecido comigo", revelou Claire.

Quando Theo teve alta hospitalar, em abril do ano passado, a nova mãe começou pesquisando tudo sobre essa síndrome, juntando-se a grupos de mães de bebê e blogs de outros pais em situação semelhante.

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Ela começou seu próprio blog, chamado de 'Mamãe em um caminho diferente', para compartilhar sua jornada. Claire, que trabalhava em marketing, disse que foi durante umas férias em família, na Croácia, em agosto do ano passado, que ela finalmente superou e se apercebeu de como era feliz.

"Nós estávamos em férias em família, tentando viver como qualquer outra família comum e foi perfeito. Foi então que senti uma sensação de paz com tudo o que tinha acontecido. Theo pode ter Síndrome de Down, mas ele é um garotinho adorável e feliz", contou esta mãe, em declarações citadas no jornal Daily Mail.

Claire disse que quer que os outros pais sejam melhor informados sobre a condição, para que saibam que é difícil, que suas vidas ficam alteradas para sempre, mas que a vida de uma criança como Theo não vale menos do que a de qualquer outra criança.

Hoje, Claire olha para trás e sente "vergonha" de como se sentia no início. Agora, ela e o companheiro Andrew Papadimitriou, de 27 anos, não mudariam o seu bebê "por nada deste mundo". #Bebê