Carla Murtagh, de 34 anos, tinha sete filhos, quando descobriu que estava novamente #Grávida. A mulher tinha um histórico de depressão, e ainda teria agendado para fazer um aborto. Porém, ela desistiu da ideia e teria preferido manter o bebê, mas apenas nove dias depois de esse cancelamento, ela subiu as escadas de casa silenciosamente, e o marido foi revelar a tragédia pouco depois. Estranhando sua ausência, ele foi ver o que estava se passando e encontrou a esposa enforcada no quarto, em Birmingham, na Inglaterra.

Ela ainda foi levada ao Hospital Heartlands, sendo logo assistida por paramédicos, que não conseguiram ressuscitá-la e evitar o pior final. Os médicos realizaram uma cesariana de emergência a Carla, que estava com 25 semanas de gravidez na época, mas o bebê já estava morto. Pouco tempo depois, também ela seria declarada morta pelos médicos. No dia de sua morte, o marido, Murtagh, descreveu como ela havia acordado de "mau humor", mas ele disse que, apesar de isso, ela "parecia estar bem".

No dia em que ela se suicidou, ela até havia começado a cozinhar a refeição. O marido saiu, com dois filhos, e foram no supermercado comprar um bolo de aniversário, para celebrarem esse dia. Quando voltaram, ele disse que a esposa tinha subido as escadas e estava agindo calmamente."Ela subiu e me disse que queria ficar sozinha", disse o marido, que desceu para terminar o jantar. Quando subiu para pegá-la, ele encontrou sua esposa enforcada no quarto e pediu logo ajuda, mas já não seria possível fazer nada nem pela esposa, nem pelo bebê que ela estava esperando.

No tribunal, Mathew Murtagh contou como o casal estava vivendo essa nova gravidez. Eles já tinham sete filhos, com idades compreendidas entre os 15 anos e os 14 meses, quando descobriram que ela estava novamente grávida, ficando chocados, porque não havia sido planejado. "Ela pensou em fazer um aborto porque já tínhamos tantas crianças. Ela estava chateada, e nós estávamos discutindo como íamos ter outro bebê", contou o marido.

Ela teria pedido para fazer interrupção da gravidez, mas uma parteira declarou em tribunal que ela teria desistido, após uma "decisão em família", de manterem o bebê: "Ela parecia feliz, e queria marcar uma consulta para um exame".

Na autópsia, a mulher revelou álcool, cannabis e antidepressivos em seu sangue. Dando um veredicto de #Suicídio, a juíza Louise Hunt disse: "Esta é uma tragédia, e eu sinto muito para a família. Com o tempo, espero que você possa se lembrar da Carla que todos vocês amaram e não da triste maneira que ela perdeu a vida", disse a juíza para Mathew, que ficou agora, sozinho, com os seus sete filhos. #mãe