Jillian Johnson está contando como perdeu seu bebê, e acreditando que tudo poderia ter sido bem diferente. Landon nasceu saudável, apesar de um parto por cesárea de emergência. A mãe foi sempre encorajada a amamentar exclusivamente seu bebê e os médicos diziam para ela que ele estava mamando bem, se alimentando por 15 a 40 minutos a cada duas horas. Porém, logo no segundo dia de sua vida, o menino não largava o seu peito, mas chorava sempre, o que mais tarde todos perceberam, seria um choro de fome.

Na verdade, Landon não estava se alimentando o suficiente e chorava porque tinha fome. Enquanto isso, os médicos diziam que o leite da #mãe era mais do que suficiente e que estava tudo indo bem com o menino.

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Jillian relembra que um especialista falou que o leite poderia ter algum problema, por ela sofrer de síndrome do ovário policístico, causando desequilíbrios hormonais. Apesar dessas preocupações, ela ainda era encorajada a amamentar Landon e não foi aconselhada a suplementar sua alimentação, com mamadeira.

O leite de Jillian não estava chegando e o bebê Landon não estava recebendo a nutrição que precisava. Quando ele recebeu alta do hospital, após 64 horas, ele já havia perdido 9.7% de seu peso. "Levei-o para casa sem saber que menos de 12 horas depois, ele teria entrado em uma parada cardíaca causada pela desidratação", disse a mãe, acreditando que se tivesse dado mamadeira para ele, Landon ainda poderia estar aí com ela: "Se eu pudesse voltar no tempo...".

O bebê tinha três dia de vida, quando foi encontrado sem resposta e azul.

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Ele havia sofrido uma parada cardíaca devido à desidratação. Ainda tentaram reanimar o menino, durante 30 minutos, até que ele foi colocado em um ventilador. Seu pulso retornou, mas já havia passado muito tempo, e seu cérebro não aguentou a privação de oxigênio, ficando gravemente ferido.

Landon ainda ficou em suporte de vida por quinze dias, mas os aparelhos foram desligados de seguida. A mãe, Jillian, se sente agora preparada para contar sua história, mas sempre temendo ser julgada pelos outros pais. No entanto, ela acredita que assim vai poder ajudar outros, e que nem sempre a #Amamentação é suficiente. "Eu quero que as pessoas saibam o quanto a dor fica mais profunda. Compartilho minha história na esperança de que nenhuma outra família experimente a perda que sentimos", revelou Jillian para a publicação Fed is the best. #Bebê