Às vezes, algumas coisas simples em nossa vida fazem toda a diferença na dos outros. Já imaginou ter que caminhar com quatro e não duas pernas? Pois é, uma menina nascida na Costa do Marfim tinha esse desafio pela vida. Dominique nasceu com duas colunas vertebrais. Ela era para ter um irmão ou irmã gêmea, mas em sua gestação, o outro feto não se desenvolveu da maneira adequada. Ela nasceu então com as partes inferiores do irmão. A família acreditava que aquilo poderia ser uma tragédia, pois como a menina ia viver daquela maneira durante toda a vida? No entanto, médicos apareceram e fizeram algo que mudou a vida da neném para todo o sempre.

A pequena Dominique saiu da Costa do Marfim, pegou um avião e foi até a um hospital pediátrico na cidade de Chicago, nos Estados Unidos.

Publicidade
Publicidade

Os médicos então separaram o bebê de seu irmão parasita, que assim como a garota, continuava a crescer com o tempo. O procedimento era arriscado e demorou seis horas. O gêmeo que não se desenvolveu estava, literalmente, grudado no corpo da irmã, da parte do pescoço até à última vértebra da coluna cervical.

A cirurgia foi muito delicada, porque envolvia "separar o osso, os vasos sanguíneos e os nervos, remover a massa e, em seguida, reconstruir suas costas". Felizmente, após o procedimento, tudo deu certo. A pequena Dominique só ficou cinco dias no hospital e já voltou para sua residência, onde se recupera. Como a cirurgia foi feita com a garota muito pequena, acredita-se que não devem existir grandes sequelas, mas apenas o tempo dirá se ela usará adequadamente as duas pernas que são suas e não do gêmeo parasita.

Publicidade

Os médicos se disseram muito felizes com o resultado da cirurgia, que acabou repercutindo em todo o planeta. Veja abaixo um vídeo que mostra como a menina está hoje. Nas imagens, ela sorri bastante, aparentando estar bem contente nos dias atuais.

E se um filho seu, ou um parente nascesse com o mesmo problema, o que você faria. O leitor aceitaria que ele passasse pro um procedimento arriscado, mas que poderia dar uma vida normal? Deixe seu comentário. #É Manchete! #Saúde