De acordo com o Relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da Organização das Nações Unidas (ONU), obtendo nota 0,754, o Brasil ocupa o 79º lugar no #Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Os dados, de acordo com o site Brasil. El país, são de 2015, e foram divulgados no último dia 21 de março, considerando indicadores como saúde, educação e renda do #povo brasileiro. Entre outros levantamentos, o Relatório revela que o Brasil foi avaliado juntamente com outros 188 países membros da ONU, considerando estratos de nações ricas e pobres. O documento, que atribui nível médio ao Brasil, constata que a população brasileira sobrevive com situações de desigualdades sociais.

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Noruega continua em primeiro lugar, aponta ONU.

O PNUD, que registra disparidade entre a elite brasileira e população pobre, realiza estudos desde 1990. Com altos parâmetros, chegando a 0,949, a Noruega continua em primeiro lugar na lista da ONU, enquanto Austrália e Suíça são as segundas nações mais bem posicionadas, com notas 0,939, cada. No pilar igualdade social, o Brasil se iguala com a Coréia do Sul e Panamá, que se encontram à frente apenas do Irã, com queda de 40 no ranking, e Botsuana, com 23.

Diversidades de etnias no Brasil constroem identidade do País

O site Brasil Escola, destaca nos aspectos humanos da ONU, que o Brasil possui diversidade de etnias, de cujos níveis produtivos possuem vertentes culturais e religiosas, entre outras constatações. Por isso, o órgão destaca a necessidade de valorizar as diversas formas de inter-relações sociais que constroem a identidade do País.

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Economicamente, diz o site, o Brasil possui estrutura sólida como sétimo maior Produto Interno Bruto (PIB) do mundo, porém tem de avançar no combate às desigualdades de renda, miséria e pobreza, como vinha ocorrendo nas últimas décadas.

As mulheres ocupam poucas cadeiras no Congresso Nacional

No índice #desigualdade de gênero, o Brasil aparece em 92ª posição, entre 159 países analisados, atrás de nações de maioria religiosa conservadora, a exemplo de Líbia, com 38ª, Malásia, 59ª e Líbano, 83ª. O documento observa também, que as mulheres ocupam poucas cadeiras no Congresso Nacional, ou seja, apenas 10,8%, número bem abaixo da média mundial de países com baixo IDH, que é de 22,5%, como a República Centro Africana, última colocada no ranking, mas com parlamento feminino de 12,5%.

Presidente Temer avalia que dados refletem severidade da crise do País

Em nota, conforme o site El País, o presidente da República, Michel Temer, avaliou que os dados da ONU “ilustram severidade da crise da qual apenas agora o País vai saindo”. A nota diz ainda, que as mudanças se refletirão em melhorias para o próximo ranking. #Desigualdade de gênero #povo brasileiro #Índice de desenvolvimento humano