A sociedade, historicamente, pré-definiu os papeis sociais, o qual o homem tem como função ser o provedor da casa, cuidar para que nada falte para sua prole, enquanto a mulher tem o papel de criar e educar os filhos, e amar e respeitar o seu marido. Porém, ao longo do tempo, as coisas começaram a mudar, o qual nem sempre o homem é o provedor da casa, e a mulher assume essa posição. Porém, a figura materna continua sendo vista da mesma forma, quando se pensa em mãe, logo vem a cabeça a imagem da mulher que protege e se possível dá a vida pelo filho, porém, como sabemos, os seres humanos são distintos e nem todos reagem a uma situação da mesma forma

Um caso que chama atenção é o de Casey Anthony, uma mulher que hoje tem 30 anos, que em 2008 respondeu na Justiça pelas suspeitas de homicídio em primeiro grau, homicídio culposo e abuso infantil pela morte de Caylee, sua filha de dois anos.

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Esse caso chocou os Estados Unidos, o que lhe rendeu o titulo de a "mãe mais odiada da América". Porém, com um julgamento conturbado, ela foi absolvida pela Justiça. O que chocou ainda mais a população foi o fato dela hoje viver uma vida "normal" e dizer que não tem problemas de sono. Porém, mesmo Casey não sentindo "remorso" ou demonstrando estar abalada pelo ocorrido, sempre que sai ela ainda é reconhecida.

No julgamento, segundo as provas apresentadas no caso, a criança teria sido encontrada morta. Casey, juntamento com os seu país, tentaram esconder em vez de chamar as autoridades. Quando perguntada sobre o ocorrido, Casey simplesmente diz não lembrar do que ocorreu de fato com sua filha, e não recorda de nada. Casey foi condenada por falso testemunho, mas como já estava presa havia três anos aguardando julgamento, considerou-se que ela havia cumprido a pena.

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A jovem foi liberada duas semanas depois do veredito.

Pensar em um caso como esse em que uma mãe age com frieza após a morte de um filho simplesmente chocou a população, a dando o apelido de a "mãe mais odiada dos Estados unidos". A jovem hoje trabalha para um detective particular, fazendo buscas nas redes sociais e outros serviços de investigação. #2017 #Bebês