A BMW é uma das maiores marcas de carro do mundo. Ela tem uma fábrica de veículos na cidade de Munique, na Alemanha. Essa fábrica virou notícia em todo o mundo por um prejuízo econômico gerado por um fato inusitado. Era manhã do dia 3 de março, quando dois operários, que trabalhavam na parte de montagem dos veículos, decidiram se drogar no início do expediente. A situação foi relatada pelo site alemão 'Bild' e repercutiu aqui no Brasil graças a uma reportagem da Revista Veja. A cada 2 horas, os operários têm 15 minutos de descanso e foi nesse tempo que eles aproveitaram para fumar maconha sintética.

Prejuízo na casa dos cinco dígitos

A substância, de acordo com a reportagem, seria mais poderosa que a erva.

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Ela saía dos escapamentos dos veículos e foi deixando os operários na maior "onda". Os funcionários da BMW fumaram tanto a maconha do escapamento que acabaram desmaiando. Um dos profissionais, inclusive, estava bêbado. Foi constatado, através de um exame de sangue, que ele estava com mais álcool no sangue que o comum. Por conta da diversão dos operários, a BMW está tendo um prejuízo milionário. Toda a montagem dos #Carros teve que ser interrompida, já que os funcionários necessitaram de atendimento médico especializado.

Dor no bolso

A interrupção demorou, ao todo, 40 minutos e foram afetadas as linhas onde são feitas as série 3 e 4 dos carros, que são exportados para todo o mundo. Boa parte dos funcionários ganha por hora trabalhada, mas quando algo externo afeta a produção, a BMW tem que pagar os profissionais da mesma forma.

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Além disso, como mostra a matéria da Veja, isso foi provocando o chamado "efeito dominó" em toda linha de produção. Em nota, a empresa lamentou o prejuízo e confirmou que a perda ficou em torno dos cinco dígitos.

Quadro de funcionários estrangeiros é extenso

Os dois operários, segundo a empresa, eram de origem polonesa – um já foi demitido, enquanto o outro será realocado. A unidade onde tudo ocorreu é uma das maiores da Europa e tem quase 8 mil funcionários diferentes. Eles são de 50 nacionalidades distintas. #Economia