Um #Padre na Índia foi filmado fazendo um discurso polêmico perante centenas de católicos. Sharlom ficou condenando as mulheres que usam calça jeans, dizendo que todas elas deveriam "se afogar no mar". O padre Sharlom disse a uma multidão no estado de Kerala que ele não vai permitir a entrada a #mulheres de jeans dentro de sua #Igreja. Ele também pode ser ouvido justificando um homem que estuprou sua irmã porque ela estava usando "shortinho e blusa reveladores".

O padre fez o discurso em uma reunião cristã e, mais tarde, o vídeo desse momento tão polêmico foi exibido em um canal de televisão religiosa. Na Internet, o vídeo viralizou devido à quantidade de coisas estranhas e preconceituosas que esse homem falou.

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"Depois de dar uma palestra aos jovens sobre os caminhos de Deus, eles vêm a mim mais tarde e me dizem: 'Padre, depois de absorver todo o conhecimento que você nos dá, saímos e somos expostos a mulheres semi-nuas. Somos involuntariamente provocados e despertados'", contou esse padre, perante as câmeras.

Seu discurso está sendo polêmico, especialmente em um momento em que a igreja parece cada vez mais modernizada e aberta para novas mentalidades, precisamente tudo o contrário do que Sharlom está defendendo, especialmente no momento em que discrimina dessa forma as mulheres e parece defender a cultura do estupro. O padre justificou os estupros como culpa das mulheres, que estariam provocando os homens, vestindo roupa mais curta ou reveladora.

Mas ele foi ainda mais longe em suas declarações chocantes dizendo que quando uma mulher se veste mais provocativamente, ela está pecando, distraindo os homens e, por isso, "merece ser amarrada às profundezas do mar".

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O padre deu como exemplo um homem que o teria procurado para aconselhamento depois de ter engravidado a irmã mais velha. O homem teria contado que ficou a sós e que ela o estava provocando, caminhando em "shorts reveladores" pela casa. "Se você é alguém que provoca seu próprio irmão e família, meu Senhor não o aceitará se vier à igreja", disse o padre Sharlom.

Um outro padre, Paul Thellakkat, de Kochi condenou tudo o que Sharlom falou nessa pregação, dizendo que suas palavras eram "injustificadas" e que "nenhum sacerdote tem o direito de ditar um código de vestimenta às mulheres".