Edward John Herbert está respondendo agora em tribunal pelos crimes que cometeu contra as suas duas filhas em 2015. Tal como informa o site “Correio da Manhã”, o homem australiano confessou que estava tentando a filha de 3 e sete anos, sendo que a última é autista, depois de ter bebido muito. Ao que tudo indica, um dos motivos para esse comportamento macabro é que o homem considerava a “filha demasiado bonita”, tendo regado com petróleo e pegado fogo a mais nova, que ficou gravemente ferida em 13% do corpo e com lesões que vão ser permanentes.

Em uma época em que os crimes cometidos por pais contra as suas crianças parecem estar aumentando, um pouco por todo o mundo, o #Crime envolvendo duas meninas está chocando muitos australianos, que pedem agora justiça contra Edward Herbert, que foi flagrado por um policial que ouviu os gritos de desespero da menina sendo queimada e conseguiu deter o homem no local, que teria ainda agredido um vizinho.

Como garante o site do jornal “Correio da Manhã”, a namorada do homem confessou que, no momento do crime, Edward tirou as suas roupas e disse que era um lobisomem, tendo depois atacado as suas filhas.

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Em tribunal a namorada, que assistiu a tudo, garantiu que ainda tentou parar o seu companheiro, mas que ficou completamente em choque com tudo o que estava vendo. Felizmente, o policial que estava por perto conseguiu parar o fogo que já estava no cabelo e nos braços da menina de três anos, enquanto a outra filha, que também foi regada, conseguiu fugir antes que seu pai pegasse fogo a ela.

Resta agora aguardar qual será a decisão final do Tribunal australiano que está investigando e julgando esse crime macabro. Nas redes sociais, muitas pessoas, e também brasileiras, afirmam não conseguir perceber como um pai é capaz de fazer uma coisa dessas a filhas tão pequenas, garantindo que ele se trata de um verdadeiro “monstro” e que merece ficar em prisão perpetua pelo que fez de macabro e as lesões físicas e emocionais que as duas crianças vão ter até ao fim das suas vidas.

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#Investigação Criminal