O grupo Estado islâmico, responsável pela maior parte do #Terrorismo no mundo, fora uma vez conhecido como uma organização terrorista constituída de bilionários pelo dinheiro oriundo do contrabando de petróleo, onde seus integrantes taxavam as pessoas e assaltavam bancos pelo Oriente Médio, mas parece não estar tão endinheirado assim no momento.

Análises da inteligência iraquiana relataram que o grupo jihadista começou a enfrentar uma realidade diferente da que estava acostumado. "Depois de terem sido forçados a se retirar do Norte do Iraque, onde eles administravam diversos campos de petróleo, a organização terrorista parece estar prestes a ir à falência, tendo, deste modo, muita dificuldade para pagar seus combatentes", disse Hoshyar Zebari, ex-ministro iraquiano das Finanças.

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"Eles estavam taxando todos os negócios. Eles estavam taxando cada loja, cada farmácia, cada atividade para não mencionar o dinheiro que roubaram dos bancos iraquianos", continuou o ministro. "Eles eram uma organização muito, muito rica. Agora, eu acho que eles estão chegando ao fim e que estão quebrados."

Os Estados Unidos na Guerra

É necessário relembrar um fator que virou o jogo para o Ocidente: a eleição de Donald Trump para presidente dos #Estados Unidos. O novo presidente norte-americano resolveu unir forças com o governo Sírio de Bashar Al-Assad, unindo-se automaticamente, também, com a Rússia para acabar com o #Estado Islâmico, famoso pela sigla em inglês Isis.

Trump aumentou o orçamento militar americano para garantir a defesa dos Estados Unidos e aumentou o efetivo militar, que era de 300 para 500 soldados na Síria (o máximo permitido pelo governo sírio).

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Entretanto, para haver maior flexibilidade na guerra, o presidente enviou mais um exército de reserva com 1.000 homens para ficar de prontidão no Kuwait.

Trump parece estar cumprindo suas promessas para acabar com os terroristas muçulmanos, fornecendo, assim, mais um motivo para virar o jogo contra o Estado Islâmico. Como parte do aumento do orçamento militar, o Pentágono terá US$ 583,7 bilhões em 2017.