O comissário da "#Imigração Comum e Política de Asilo" da União Européia, Dimitris Avramopoulos, disse que o bloco pode forçar os Estados membros a aceitarem #Refugiados.

Dimitris Avramopoulos disse que o bloco tem "as ferramentas, os meios e o poder" para forçar os estados membros a cumprirem as ordens de Bruxelas. Os comentários de Avramopoulos vieram durante uma visita à Polônia, que se opôs aos esforços da UE para reassentar os refugiados. A Polônia argumenta que muitos dos refugiados vieram à Europa melhorar as suas perspectivas econômicas, em vez de fugir de uma zona de guerra.

Os comentários de Avramopoulos são os últimos de uma série de ameaças de funcionários da UE aos países que se recusam a aceitar refugiados ou a desafiar as cotas do bloco.

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"A Comissão poderia iniciar procedimentos de infração" contra nações resistentes, declarou o vice-presidente da Comissão Européia, Frans Timmermans, no início de fevereiro. No caso, a #União Europeia deseja que os países membros aceitem a cota de 160 mil refugiados que, no momento, estão aguardando na Itália e na Grécia.

A Comissão ameaçou até mesmo punir os Estados-Membros em 250 mil euros por cada imigrante que se recusarem a receber.

Bloco em crise

Para que fique mais evidente a situação do bloco econômico, devemos deixar claro que o objetivo da UE não é ser apenas um bloco econômico, mas também, abolir as fronteiras nacionais e unificar a Europa.

Não, não é teoria da conspiração, se analisarmos o funcionamento e o modelo burocrático da União Europeia, perceberemos que não há muita diferença entre a mesma e a União Soviética, como explica o documentário 'Brexit: O Filme'.

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Para mais informações, assista-o clicando aqui.

Demorou um pouco para que os países europeus começassem a perceber isto, no entanto, alguns já estão percebendo, como o Reino Unido que escolheu, via plebiscito, retirar-se do Bloco. Isto está desencadeando uma grande movimentação nacionalista na Europa, representada, principalmente, pela candidata à presidência da França, Marine Le Pen.

De fato, o que os analistas mais temem é que, no embalo do Reino Unido, outros países do bloco queiram se retirar também. Há que já fale num possível Polexit (saída da Polônia).