De acordo com informações do site da Revista Veja, mais de quarenta pessoas morreram em um deslizamento de lixo em um dos maiores aterros sanitários de Ais-Abeba, capital da Etiópia, país pobre do continente africado. A maioria das vítimas é formada por mulheres. A imprensa internacional diz que pelo menos 32 mulheres faleceram. As vítimas fatais da #Tragédia, até a publicação dessa reportagem, eram 46. Além dos mortos, muitas pessoas ficaram feridas com o inesperado deslizamento de lixo. A Veja diz que o número de vítimas fatais não para de aumentar, já que, conforme o lixo é revirado por escavadeiras, mais corpos são achados. O trabalho agora é separar os cadáveres do lixo.

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Os sobreviventes estão sendo atendidos em hospitais da região.

O número grande de mortes pode ser explicado pelo horário em que houve o deslizamento no lixão, na madrugada. Muitas pessoas ainda não foram encontradas. No momento do #Acidente, 150 pessoas trabalhavam revirando os restos de comida e outros detritos do aterro sanitário. As autoridades da Etiópia, infelizmente, trabalham com a possibilidade de que o número de falecimentos aumente nas próximas horas. Dagmawit Moges, porta-voz do governo local, diz que as equipes vão trabalhar até que a última vítima seja encontrada. Por isso, não há uma previsão para que o resgate termine. Assefa Teklemahimanot, morador da região, confirmou o grande número de trabalhadores quando o acidente ocorreu.

Quem também se pronunciou foi o prefeito da cidade que "hospeda" o lixão, Diriba Kuma.

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De acordo com o político, pelo menos 37 pessoas saíram feridas do local e agora o trabalho dos médicos é para tentar salvá-las. A natureza do acidente é perigosa, já que o lixo pode transmitir muitas infecções. A Etiópia é um país muito pobre. As pessoas que trabalhavam no aterro revendia os itens achados para a reciclagem. Além disso, no local, as casas para serem alugadas são muito baratas. O local voltou a ter lixo jogado nos últimos meses, o que pode ter feito com que o aterro ultrapassasse a sua capacidade máxima de armazenamento. As autoridades vão investigar essa possiblidade.