No início da manhã desta última segunda-feira (27), uma menina de apenas dois anos morreu após ser agredida pelo padrasto, em Pila, na região oeste da Polônia. O suspeito é Brxozowski, de 24 anos, que teria empurrado a menina contra uma porta depois de ter perdido um jogo de computador. O #Crime aconteceu na casa onde a criança morava com a mãe Angelika Brzozwski, de 24 anos, outros dois irmãos e o homem. Segundo as investigações policiais, depois de ter agredido a criança, o homem não teria relatado o ocorrido à mãe da menina. A mulher só teria notado sintomas na bebê dois dias depois do ocorrido, quando a mesma começou a ficar confusa e perder o apetite.

Publicidade
Publicidade

De acordo com os médicos que atenderam a pequena Lika, ela havia sofrido traumatismo craniano e lesões do encéfalo, e teria sido negligenciada, pois só foi receber atendimento médico dois dias depois. Segundo a mãe ela não teria suspeitado da agressão, uma vez que a criança costumava esbarrar frequentemente em objetos e móveis, e estava sempre com hematomas. No entanto, para os investigadores, a criança já estaria sofrendo agressões há muito tempo, e essa teria sido apenas a violência mais brutal que sofreu. Depois de indagado pela mulher, o acusado confessou ter batido na menina, por ter ficado frustrado ao ter perdido o jogo.

Para os promotores que julgam o caso, o homem já vinha praticando violência doméstica contra Angelika, principalmente psicológica. Além de também agredir seus outros dois filhos.

Publicidade

Em depoimento o acusado disse à polícia que utilizava de métodos escusos para castigar seus enteados, entre eles, colocava as crianças em silencio de castigo em um canto da casa, ou trancadas dentro do banheiro escuro. Para os investigadores não há dúvidas de que atos de violência eram praticados. Ele será julgado pela agressão e morte da menina, por violência doméstica contra a mulher, e violência com as outras duas crianças. Se condenado ele poderá pegar até doze anos de detenção em regime fechado. Apesar de não ter atentado contra a vida da filha, a mulher também deverá ser responsabilizada pelo crime de negligência uma vez que não prestou o atendimento imediato devido à menina, o que pode ter contribuído para a sua morte.