Existe um assunto que tem gerado muita polêmica entre juristas e intelectuais nos últimos anos, o #aborto.

Como todos sabem, no Brasil o procedimento é proibido e configura #Crime de homicídio, apenas com exceções quando há risco de vida à mãe, quando a gravidez é resultante de um estupro ou se o feto for anencéfalo. Entretanto, nos #Estados Unidos é legalizado até o terceiro mês de gestação.

Todavia, a Planned Parenthood, uma famosa ONG abortista americana e, talvez, a maior do mundo, já possui uma péssima fama devido a diversas cenas vergonhosas.

Um dos escândalos mais famosos é o da gravação que mostra a diretora da organização Deborah Nucatola negociando tecidos e outros órgãos de fetos abortados, por valores que variavam entre US$30 e US$100.

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A gravação foi feita por um homem disfarçado de comprador de fetos. Porém, o fato já é antigo e aconteceu em 2015.

O novo flagrante

Agora, em 2017, um homem, novamente disfarçado, gravou o depoimento de uma funcionária da organização com uma câmera escondida. Durante a conversa, a representante da Planned Parenthood explica que, pelas leis do estado do Arizona, caso um feto sobreviva após o procedimento de aborto, ele deve ser imediatamente encaminhado ao hospital. No entanto, quando isso ocorre, para evitar todo o trâmite, ela identifica quem são as pessoas que estão participando do procedimento, isto, no intuito de ver se há consentimento em deixar o bebê morrer para, logo após, jogá-lo no lixo.

Aborto nos Estados Unidos

O aborto é permitido nos Estados Unidos desde 1973, graças ao caso 'Roe contra Wade'.

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No entanto, houve muita controvérsia no caso, uma vez que a grávida mentiu ter sido violada por uma gangue, admitindo o contrário após o julgamento. Também houveram diversas acusações por desvio do texto da constituição e sua história, principalmente por, após o caso, a prática do aborto ter sido legalizada no país inteiro, posto que nos Estados Unidos as leis penais variam de estado para estado.

Além da legalização da prática do aborto, é permitido que as organizações doem os fetos abortados para pesquisa e coisas do gênero, embora a venda constitua-se como crime.